quarta-feira, 31 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
COLÉGIO DOCTUS - os cinco melhores do 2° bimestre de 2013
MÉRITO:
s.m. Aquilo que faz com que uma pessoa seja digna de elogio, de recompensa; merecimento.
Qualidade apreciável de uma coisa, de uma pessoa.
O que caracteriza a ação de merecer honras ou castigos; merecimento: condenado pelos seus méritos; prêmio recebido pelos seus méritos.
Jurídico. O ponto chave numa disputa litigiosa; o que serve de base para uma deliberação legal; merecimento. (Etm. do latim: meritum)
"(...) o mérito, além de reconciliar igualdade de todos e desigualdades efetivas (equilibrando, segundo o princípio da justiça distributiva, as contribuições e as retribuições), garante certa eficácia global à sociedade. Pois todo indivíduo é incitado a explorar ao máximo seus talentos, a ocupar na sociedade o lugar – estritamente referido ao universo do trabalho e do saber – que lhe conferem seus dons, sua vocação, seu esforço, sua destreza, sua qualificação e sua experiência."*
6º ano A
1º - Beatriz Ferreira Silva;
- Carolinne Emanuelly Sanches de Souza;
- João Vitor de Lima Silva;
- Rebeca Caroline da Silva.
5º - Giovanni Lucas Ramos.
6º ano B
1º - Giovanni Cardoso Monquero;
- Henrique Rodrigues Vera;
- João Vitor Franco;
- Larissa Maris Ribeiro;
- Lucas Silva Brites;
- Luka Rivelli Amaral.
7º ano A
1º - Beatriz Rodrigues Pedrosa.
2º - Gabriel Ridolfi Russo de Paula;
- Mayne Barboza Sarti;
- Victória Tomazini Portelinha.
5º - Arthur Henrique da Silveira.
8ª série A
1° - Fabrício Pattaro;
- Matheus Chinchette;
- Paola Megumi Taminato;
- Victor Barbosa F. da Costa;
- Vinicius Motta Benatti.
Trabalho em grupo: dilema ou aprendizado?
Assim que o professor anuncia que a tarefa será feita em grupo, a reclamação coletiva se inicia: “Não dá para fazer sozinho?”, questionam os alunos. Sem paciência para lidar com as diferenças e as opiniões do outro, grande parte dos estudantes tenta fugir do desafio de trabalhar com colegas, o que coloca em risco o cultivo de habilidades que serão importantes no futuro, como o respeito ao próximo, a responsabilidade e a troca de ideias. “Tão importante quanto aprender com as aulas é descobrir como se relacionar em grupo”, diz Silvia M. Gasparian Colello, educadora e professora de psicologia da educação da Faculdade de Educação da USP. “Quando você junta crianças ou jovens, dá vazão para uma nova via de aprendizagem; eles são convidados a dividir o conhecimento e a colocar em prática a autonomia.” Segundo ela, a vida escolar não pode ser solitária e isso em qualquer fase de ensino, do fundamental ao superior. “O outro é sempre um espelho e te ensina como pensar de forma diferente.”
Para a especialista, o professor tem um papel crucial nesse processo. “Ele deve mediar os trabalhos feitos em grupo, saber dividir bem as funções de cada um e fomentar a discussão. Não basta só passar a tarefa e ficar sentando corrigindo provas. Se ele conhece sua turma, vai saber como agrupá-la melhor e fazê-la ganhar com isso.”
Muito além do método
Uma instituição de ensino que adota o sistema dos trabalhos em conjunto é o Colégio Albert Sabin, em Osasco, Região Metropolitana de São Paulo. “Nós pensamos o espaço da escola como uma espécie de treinamento para a vida em sociedade, por isso valorizamos essa ferramenta pedagógica”, conta Laércio da Costa Carrer, coordenador do ensino fundamental II.
Para ele, atuar em grupo tira o aluno do conforto. “Cabe ao professor tentar evitar as panelinhas, intervindo sempre que necessário e, principalmente, não deixar que os alunos dispersem, percam o foco.”
A falta de organização é uma das reclamações da aluna Giovanna Mazzuli Marcelino, que tem 14 anos, cursa o 1º ano do ensino médio no Albert Sabin e não aprova tarefas com os colegas. “Sempre tem alguém da turma que não se empenha, não respeita horário. Prefiro fazer sozinha.” No entanto, Yasmin Calbo de Medeiros, também de 14 anos e estudante do 9º ano do ensino fundamental, acha muito válido fazer as tarefas em conjunto. “É uma oportunidade para aprender com as contribuições dos outros e, se você divide corretamente, ninguém fica sobrecarregado”, diz.
Planejar e partilhar
“Saber trabalhar em equipe é uma exigência da maior parte das profissões”, lembra o consultor educacional e doutor em linguagem e educação pela USP, José Luís Landeira. “Acredito que o professor pode encontrar inspiração nisso para construir diferentes estruturas de trabalho em grupo dentro do âmbito escolar.”
WANISE MARTINEZ
METRO SÃO PAULO
METO. Caderno Educação, p. 18. Campinas, 26 de junho de 2013.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Uma Mente Brilhante
Uma Mente Brilhante (em inglês: A Beautiful Mind), é um filme estadunidense de2001, do gênero drama biográfico, dirigido por Ron Howard, sobre a vida domatemático John Forbes Nash.
O roteiro foi baseado no livro homônimo de Suzanne Nasar, uma biografia muito precisa e abrangente da vida de Nash, adaptado por Akiva Goldsman, que alterou vários fatos relativos à vida e à doença de Nash por razões comerciais ou para maior efeito dramático e, por essa razão, recebeu várias críticas.
O filme foi produzido por Ron Howard e Brian Grazer, para a Universal Studios eDreamWorks.
Uma Mente Brilhante (em inglês: A Beautiful Mind), é um filme estadunidense de2001, do gênero drama biográfico, dirigido por Ron Howard, sobre a vida domatemático John Forbes Nash.
O roteiro foi baseado no livro homônimo de Suzanne Nasar, uma biografia muito precisa e abrangente da vida de Nash, adaptado por Akiva Goldsman, que alterou vários fatos relativos à vida e à doença de Nash por razões comerciais ou para maior efeito dramático e, por essa razão, recebeu várias críticas.
O filme foi produzido por Ron Howard e Brian Grazer, para a Universal Studios eDreamWorks.
A Educação Proibida - Pais, alunos e professores devem ver isso
Ótimo filme para educadores e amantes da educação!!!
DOCUMENTARIO - A CORPORAÇÃO - THE CORPORATION (PARTE ÚNICA)
Ótimo documentário sobre as corporações. Explica o que são e como funcionam!!!!
Déficit de atenção em crianças
Muitos pais se recusam a aceitar que seu filho possa ter algum problema, mas aceitá-lo é o melhor caminho para se chegar a uma solução
Imagine alguém assim: Renata sempre foi uma criança inteligente, mas pra lá de desconcentrada. Aos 8 anos, perdia tudo na escola: livros, lancheira, a sapatilha do balé... E essas perdas - quase diárias - eram insistentemente narradas todas as noites (três, quatro vezes) à sua mãe, quando esta chegava do trabalho. Aos 11 anos, a menina vivia perdendo a condução escolar e, na hora de ir para o curso de Inglês - que era bem perto de sua casa - também se perdia pelo caminho. Em passos lentos pela calçada, ficava olhando as vitrines e, em vez de levar dez minutos para chegar, costumava aparecer por lá uns 40 minutos depois, quando a aula já estava quase terminando. Por outro lado, a menina era dona de um aceleramento sem igual: quando resolvia estudar, aprendia conteúdos extensos em pouquíssimo tempo, às vezes simultaneamente aos avanços nos games em seu computador. Na pré-adolescência, um evento memorável (ou seria "sem memória"?): Renata perdeu o avião que a levaria, junto com os colegas, para uma viagem inesquecível.
Hoje, no entanto, Renata é uma socióloga respeitada no meio acadêmico. Foi feito um tratamento adequado - e a psicoterapia ainda faz parte de sua rotina. Quando a filha tinha 12 anos, Dona Marta procurou bons especialistas, que detectaram o problema: TDAH (DDA). Saiba mais sobre a famosa síndrome.
O que é TDAH (DDA)
De acordo com o IPDA - Instituto Paulista de Déficit de Atenção, o TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - é um conjunto de sintomas caracterizado por distração, hiperatividade e impulsividade, além de tendência à desorganização e ao esquecimento.
Pessoas que apresentam esse quadro costumam perder a concentração nas atividades, mostrando-se agitadas e, muitas vezes, com problemas para fazerem uma coisa até o fim. Assim, é comum deixarem suas tarefas pela metade, já que se desconcentram muito e vão fazendo uma espécie de "adiamento crônico" das situações de rotina.
Siglas / denominações
TDAH, TDA, ADD, DDA... Todas estas siglas e algumas outras referem-se aos aspectos essenciais que caracterizam o conhecido Transtorno de Déficit de Atenção (com ou sem Hiperatividade), o que se pode definir como Transtorno ou Distúrbio; daí a alternação T / D.
DDA - Distúrbio de Déficit de Atenção - é a sigla mais antiga (de certo modo, menos usada hoje), porém ainda a mais conhecida pela maioria das pessoas.
DDA / TDAH em crianças
No caso específico de crianças, o psicanalista Carlos Eduardo Leal - em seu know-how de mais de 30 anos de carreira - enfatiza que elas são bastante irrequietas, dispersando-se com muita facilidade. Ele lembra ainda que certo grau de hiperatividade é até saudável e, mesmo, desejável nos pequenos; e que nem sempre uma criança arteira é necessariamente hiperativa. É preciso observar essas fronteiras de ação.
Frequência dos sintomas e consequências
A psicóloga Cláudia Puntel ressalta que uma criança com DDA, geralmente, tem experiências de frustração, alheamento e até mesmo tristeza. Segundo ela, é muito comum que essas crianças percam seus casacos ou brinquedos na rotina da escola, por exemplo.
Outro aspecto recorrente é a dificuldade de aprendizagem várias vezes demonstrada, mesmo diante de bom potencial intelectual. A questão é que - apesar da consciência de poder realizar uma tarefa - a criança não consegue mesmo completá-la ou se concentrar suficientemente para as avaliações. E é a partir daí que estudar pode se tornar algo traumático, já que (não raramente) acontecem situações de revolta.
Como identificar o problema nos pequenos
Leal esclarece que é possível detectar DDA / TDAH em crianças que apresentam não só desconcentração como também dificuldade de socialização. E completa: "Em geral, são ciclotímicas, ou seja, podem ser tímidas ou muito expansivas. A falta de limite também é outra característica marcante".
O contexto familiar
Cláudia Puntel fala da dúvida que às vezes toma conta dos familiares, que ficam sem saber se a criança tem, apenas, um problema com relação a limites ou se existe, de fato, uma questão emocional mais grave, a qual caracterizaria a doença. "Paralelamente a isso, às vezes o DDA é potencializado por situações de conflitos familiares", completa a psicóloga, diante de sua experiência como terapeuta de família.
O psicanalista Carlos Leal por sua vez, manifesta que a família não costuma estar preparada para as dificuldades ou os sintomas de uma criança com certas características: "Querer filhos absolutamente perfeitos é o esperado", destaca. O especialista refere-se a um conceito equivocado do mundo de hoje: a ideia de que qualquer problema possa ser considerado um fracasso, como se todos tivessem que ter sucesso sempre, em tudo, até mesmo em questões de saúde e comportamento.
Conscientização e atitude da família
Carlos Eduardo Leal alerta ainda que - quando se reconhece o problema - a melhor coisa a fazer é buscar logo a ajuda de especialistas indicados para o caso: um psicanalista e um psiquiatra infantil. Ele completa: "A família deve ter muita calma, conversar bastante com o filho e procurar sempre ajudá-lo emocionalmente".
Alertas do psicanalista em relação à criança com TDAH (DDA):
- nunca colocá-la "para baixo";
- não compará-la com outras crianças ou com os demais filhos dizendo que ela tem que ser igual. Cada um é o que é;
- ao brigar com uma criança com esses traços comportamentais você só estará discriminando e piorando seus sintomas. Elogie-a e estimule-a a vencer as dificuldades.
Tratamento
A psicóloga dá suas orientações de como cuidar da patologia, informando que o tratamento abrange atenta psicoterapia. Ela ressalta: "A inclusão da família é fundamental, já que a criança faz parte de um sistema maior que precisa estar funcionando bem para que ela não seja um sintoma".
Cláudia Puntel também sugere uma avaliação médica com um neurologista ou um psiquiatra. Segundo ela, ainda, o uso de medicação pode ser imprescindível pelo nível do DDA/TDAH e/ou de sofrimento por ele causado.
De um modo geral, a Associação Brasileira do Déficit de Atenção - ABDA indica a forma de tratamento dita multimodal, isto é, uma condensação de uso de medicamentos, orientação psicológica e ministração de técnicas aos portadores da doença. A psicoterapia recomendada para o tratamento do TDAH é a terapia cognitivo-comportamental. A associação lembra, ainda, a necessidade de fonoaudiólogos nos casos em que haja, ao mesmo tempo, transtorno de leitura (dislexia) e transtorno da expressão escrita (disortografia).
Disponível em: http://br.mulher.yahoo.com/d-ficit-aten-o-em-crian-125200950.html, acessado em 24 de junho de 2013.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
COMO PESQUISAR NO GOOGLE
Aprenda o básico sobre o Google
Para fazer uma consulta no Google, basta digitar algumas palavras descritivas e pressionar a tecla 'enter' (ou clicar no botão Pesquisa Google) para a sua lista de resultados relevantes.
O Google usa técnicas sofisticadas de identificação exata de textos para encontrar páginas que sejam tanto importantes como relevantes para a sua busca. Por exemplo, quando o Google analisa uma página, ele olha para o que as outras páginas que estão vinculadas à mesma tem a dizer sobre ela. O Google também prefere as páginas nas quais os termos de busca estejam próximos entre si.
O Google só retorna páginas que incluam todos os seus termos de busca. Não há necessidade de incluir "and" entre os termos. Para restringir uma busca com mais profundidade basta incluir mais termos.
Palavras Descartáveis
O Google ignora palavras e caracteres comuns, conhecidos como palavras descartáveis. O Google automaticamente descarta termos como "http" e ".com", assim como dígitos ou letras isoladas, porque eles raramente ajudam na busca e podem torná-la consideravelmente mais lenta.
Use o sinal "+" para incluir palavras descartáveis na sua pesquisa. Tenha a certeza de incluir um espaço antes do sinal "+". [Você pode também incluir o sinal "+" na busca de frases.]
Cada resultado da pesquisa Google contém um ou mais excertos da página, que mostram como os termos da sua pesquisa são usados no contexto daquela página.
Para conseguir resultados mais precisos, o Google não utiliza radicais de palavras nem caracteres curingas. Em outras palavras, o Google procura exatamente pelas palavras que você inseriu no campo de busca. Se você inserir «googl» ou «googl*», o Google não procurará por «googler» ou «googlin». Se estiver em dúvida, tente por várias formas, como por exemplo «tradutor» e «tradutores».
As buscas no Google não são sensíveis a maiúsculas e minúsculas. Todas as palavras, independentemente da forma como forem escritas, serão entendidas como minúsculas. Por exemplo, buscas por "google", "GOOGLE" ou "GoOgLe" trarão os mesmos resultados.
As pesquisas padrões do Google não são sensíveis a acentos ou sinais diacríticos, ou seja, [Muenchen] e [München] encontrarão as mesmas páginas. Se quiser discriminar as duas palavras, use um sinal + tanto para [+Muenchen] como para [+München].
Disponível em: http://www.google.com/intl/pt-BR/help/basics.html, acessado em 21 de junho de 2013.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
COLÉGIO DOCTUS - Conteúdo para recuperação: 2º Bimestre
Conteúdo básico para recuperação em HISTÓRIA e FILOSOFIA
HISTÓRIA6º ano A e B
- O que é o período Paleolítico e quais são as suas características?
- O que é o período Neolítico e quais são as suas características?
- O que foi e como aconteceu a Revolução Agrícola?
- Como surgiu e qual a importância da divisão do trabalho?
- Onde se localiza e quais as características geográficas da região conhecida como Mesopotâmia?
- Por qual motivo podemos dizer que a Mesopotâmia é o "berço da civilização"?
- Como se desenvolveu a matemática nos povos mesopotâmicos?
- O que foi e qual a importância do Código de Hamurábi?
- No que os persas se diferenciavam dos antigos governantes da Babilônia referente a relação dominador-dominado?
- Quais foram os feitos de Dario para manter o império fortalecido e unificado?
Consultem:
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/04/colegio-doctus-conteudo-para-avaliacao.html
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/06/eis-o-conteudo-basico-desenvolvido-ate.html
7º ano A
- Qual a relação entre Carlos Magno e a Igreja?
- O que foi e como a Reforma Carolíngia fortaleceu o poder da Igreja?
- Como os nobres conseguiram se fortalecer após o Tratado de Verdun?
- O que era um feudo?
- Qual era a função de cada classe social na Idade Média e como se relacionavam entre si?
- Qual o sistema de plantio garantiu uma melhor produção no campo?
- O que eram as Corporações de Ofício?
- Como as feiras medievais contribuíram para o ressurgimento das cidades?
- O que foram as Cruzadas e por qual motivo o Papa Urbano II deu início a elas?
- Como as Cruzadas fortaleceram a burguesia e enfraqueceram o poder dos nobres e da igreja?
Consultem:
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/04/colegio-doctus-conteudo-para-avaliacao.html
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/06/eis-o-conteudo-basico-desenvolvido-ate.html
8ª Série A
- O que foi a Missão Civilizatória do Homem Branco e qual a sua relação com o Neocolonialismo?
- O que foi a Paz Armada e o que a gerou?
- Quais os fatores que fizeram eclodir a I Guerra Mundial?
- Como a II Revolução Industrial influenciou nos conflitos bélicos da I Guerra Mundial?
- O que foi a revolução Russa?
- Quais os fatores que influenciaram a eclosão da Revolução Russa?
- Por qual motivo Trotsky e Stalin se desentenderam e no que isto resultou?
- Como a I Guerra Mundial contribuiu para o fortalecimento econômico dos Estados unidos da América?
- O que foi e o que provocou a Crise Econômica de 1929?
- O que foi o New Deal e como ele sentenciou o fim do liberalismo?
Consulte:
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/04/colegio-doctus-conteudo-para-avaliacao.html
- http://professorfabiojose.blogspot.com.br/2013/06/eis-o-conteudo-basico-desenvolvido-ate.html
FILOSOFIA
1ª Série do Ensino Médio
- Ler o texto: http://www.webartigos.com/artigos/filosofia-socrates-platao-e-aristoteles/64623/
2ª Série do Ensino Médio
- Ler o texto: http://osofista.wordpress.com/2009/04/25/i-da-distincao-entre-o-conhecimento-puro-e-o-empirico/
3ª Série do Ensino Médio
- Ler o texto: http://www.revista.vestibular.uerj.br/coluna/coluna.php?seq_coluna=68
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