segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Reflexões de uma mente perturbada 0009

Uma vez um aluno me questionou sobre a razão de estudarmos Filosofia se sonos felizes na ignorância. 

Tentei, didaticamente, lhe explicar que a  a liberdade consiste em saber a verdade, pois só assim não seremos manipulados. 

Não aceitou e insistiu que a ignorância era melhor.

Explanei sobre o que somos: seres racionais e dotados de inteligência. Assim, exercer nosso raciocínio para compreender o mundo que nos cerca é celebrar a nossa natureza. 

Com um sorriso bobo voltou a me questionar, pois, segundo ele, na sua sapiência rasa, se não soubermos da verdade, não vamos "perder tempo" lutando para nos libertar, sendo felizes que nossa mediocridade. 

Hoje os anos me trouxeram a compreensão  da razão da ignorância cativar alguém. Uma vida vazia se farta com qualquer migalha, pois pensa estar diante de um banquete. 

Prof. Fábio José, o Filó!

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Reflexão de uma mente perturbada 0008

Jamais devemos temer realizar um desejo em razão do que os outros vão pensar. Afinal, apenas nós sabemos o caminho que trilhamos, o que nos levou a dar cada passo e a fazer cada escolha.

O julgamento alheio é sempre repleto de olhares subjetivos de quem apenas observa o que é visível aos olhos. Nunca o de quem sabe a verdade por tê-la vivido e experimentado. 

Temos que ter a mais absoluta das certezas que é melhor o julgamento e a condenação alheia do que a dor e a angústia de nos condenarmos pelo simples fato de que nos faltou iniciativa de ousar ser feliz.

Prof. Fábio José, o Filó!

domingo, 3 de setembro de 2023

Reflexão de uma mente perturbada 0007

Não seja um hipócrita, um falso, o personagem mal elaborado que rascunhou nas suas redes sociais e que fica pagando de bom exemplo e condenado quem discorda.

Não!

Seja aquele que erra, pois o erro é humano e nos ensina.

Seja aquele que não teme fazer loucura com medo do julgamento alheio.

Seja aquele ousa fazer o diferente para quebrar a mesmice. 

Seja aquele que manda a m#rd@ de verdade e não apenas para pronunciar um palavrão.

Enfim, seja uma má influência!

Prof. Fábio José, o Filó!

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Reflexão de uma mente perturbada 0006


A vantagem de ser louco é que você pode ver o mundo de um ponto de vista original.

Não apenas o vê, mas o revê, reinterpreta e o reinventa de forma que vale a pena viver nele.

O louco é quem quebra tabus, ousa ser diferente, não teme ser taxado de ridículo num mundo de padrões e moral estabelecidos.

Qual a vantagem nisso? Sinto muito minha cara meu caro, não há como explicar a loucura que é ser um louco que, se quiser, toma banho de chapéu.

Prof. Fábio José, o Filó!

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Reflexões de uma mente perturbada 0005

Acompanho as redes sociais, pelo menos as que eu considero básicas como Facebook,  Instagram e  em menor interesse para mim, p Tik Tok e o X.

Gosto de coisas aleatórias, que despertem a minha curiosidade, me faça rir, me ensine algo ou que simplesmente relaxe minha mente.

Quamdo me deparo com uma publicação racista, homofobica , misógina ou tira sarro da aparência de alguém,  não curto e muito menos compartilho.

São muitas as elmaneiras de nos divertimos com memes sem precisar apelar a ofensa,  preconceito ou humilhação de outra pessoa.

O que pode parecer inofensivo e engraçado para alguns, pode ser muito ofensivo e humilhante para outros ao ponto de fazer mal ou mesmo incentivar discurso de ódio.

Ter empatia não custa nada além de deixar de lado nosso egoísmo e insensibilidade com o próximo.

Prof. Fábio José, o Filó!
@blogdofilo.blogspot.com.br 

domingo, 13 de agosto de 2023

Reflexões de uma mente perturbada 0004

Não sejamos hipócritas, criticar ou falar mal de alguém é muito comum no dia a dia. Fato!

Porém, inventar mentiras e espalhá-las aos quatro cantos só para atacar um desafeto ou ajudar a passá-las, mesmo sabendo da verdade, já não é normal, é puramente uma falta de caráter. 

Pessoas assim são infelizes e se revoltam diante da felicidade alheia. Daí querem a destruição como forma de satisfazer seu ego.

Se não gostamos de alguém, é simples, só temos que ignorar e seguir em frente a vida. Afinal, indiferença é o maior ato de desprezo.

Prof. Fábio José, o Filó!

terça-feira, 25 de julho de 2023

Ética

A ética é o princípio, um valor, aquilo que temos como noção para nos orientar nas tomadas de decisão no sentido de fazer o bem.

Por "fazer o bem", se entende aquilo que irá gerar benefício para o maior número de pessoas sem gerar o mal.

Assim, independente do ato, é possível observar se ele é correto ou não a partir das suas consequências. 

Por ser um princípio orientador de ação, a ética é um ato racional, pois se trata de uma reflexão sobre a ação humana e suas consequências,  observação a relação entre um e outro.

Logo, ética é própria dos seres humanos, única espécie dotada de inteligência e razão. 

Prof. Fábio José, o Filó!

Caminhando...

Gosto de fazer caminhada. Mas não faço um caminho pré-determinado, ando sem rumo certo, explorando novos lugares.
Há muito tento levar esse meu hábito para meu caçula (a mais velha não consegui cativar), que sempre me acompanha. Nestas férias andamos todos os dias pelas ruas de Mogi Mirim, minha cidade Natal, sempre conversando e contemplando os detalhes dos caminhos.
Aqui está alguns registros do que só podemos ver por estarmos caminhando.

Prof. Fábio José, o Filó! 

Pedreira de Mogi Mirim

A pedreira de Mogi Mirim é uma lugar que oferece uma vista linda para se contemplar.

Infelizmente está abandonada pelas autoridades, não há grade de proteção e o entorno concentra lixo.

É lastimável o abandono do poder público com o que não proporciona lucro ou atende a interesses privados.

Prof. Fábio José, o Filó!

A bica

Quando criança, perto da Vila Santa Luzia em Mogi Mirim, bairro em que nasci e cresci, havia uma bica d'água embaixo de um viaduto que era caminho para Mogi Guaçu.

Na época não era popular e nem barato os galões de água comprados e a água que vinha do serviço de abastecimento, a "água da rua", tinha aquele gosto horrível de cloro. Então, tínhamos galões (não sei do que eram, meu pai os conseguiu, mas alguns lembro que eram desses que hoje usamos para combustível) e íamos com eles sobre uma carriola.

Era eu, minha mãe e meu irmão que vinha antes de mim. 

A gente descia por uma pequena trilha no barranco até a bica, enchia os galões e os levava para casa.

Hoje não há mais a fonte disponível e tem um aviso que aquela água não é própria para o consumo.

Prof. Fábio José, o Filó!