quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Carinho não é presente!


Por Patrícia Maldonado | Mãe de Salto Alto


Oi gente! Pensem comigo: vocês gostariam de ter mais tempo com seus filhos, netos, afilhados, sobrinhos? Claro que sim, né? O que fazer então? Caprichar no momento em que estiver com eles, o que significa deixar Ipad, Iphone e o que mais te deixar conectado de lado e investir num momento gostoso com direito a muita brincadeira, conversa e exclusividade. Esse tempo pode ser uma hora, um dia, quinze minutos. Não importa. O que importa é que a criança se sinta especial nesse momento, certo? Se você respondeu sim, você é uma das poucas pessoas que pensam assim. Eu também!

A maioria das pessoas hoje substitui carinho por presentes. Eles são cada vez mais caros, mais elaborados. A criança nem sabe o que fazer com eles!! Sabe como é? Precisam de ajuda pra entender do que se trata, tamanha a complexidade!

Eu, assim como você, também fui criança e sei bem do que elas gostam: de banho de mangueira, de se lambuzar comendo fruta, de rolar na grama, de brincar com os cachorros. Claro que elas gostam de um eletrônico, de um videogame, de jogar no Ipad. Mas essas atividades não permitem muita interação. Se você estiver do lado ou não, dá na mesma.

O legal é quando você vira cúmplice da criança. Se suja junto, bagunça tudo com ela e se diverte na mesma proporção que ela. Na verdade o legal é voltar a ser criança com a criança!!! Não existe coisa melhor no mundo! Pena que pouca gente dê a devida importância pra isso. Pena que tanta gente pense que consegue "comprar" o carinho e a admiração dos pequenos com objetos.

Vou contar uma coisa pra essas pessoas: não compra! Você não engana uma criança. Ela sabe exatamente quem é quem. Sendo assim, vai saber que você é uma pessoa que, simplesmente, não tem tempo pra ela.

Beijos

Pati

Ministério da Defesa precisa de profissionais de TI


Pode muito bem vir das Forças Armadas um empurrão rápido na qualificação em tecnologia da informação – cujo déficit de profissionais assusta o setor privado. É certo que a Defesa atua primeiramente para cobrir sua própria lacuna, mas vai começar a ganhar escala a transição tecnológica pelo qual passam as três forças, conforme explicitado nesta quinta-feira, 25/10, durante o 3º Seminário de Defesa Cibernética, do Ministério da Defesa.

Nacionalistas por vocação e estratégia, os militares já começaram a mover fornecedores brasileiros de equipamentos e serviços em TI – notadamente nos quase R$ 6 bilhões que o Exército investiu em um simulador de guerra cibernética, da carioca Decatron (R$ 5,1 bi) e no anti-malware (R$ 800 mil) desenvolvido pela Bluepex, de Campinas-SP. E há mais pela frente.

Mas as mudanças também chegam às escolas e cursos preparatórios. “Os cursos da Escola de Comunicações está sendo reformulado. Há novo conteúdo, com foco no planejamento e utilização de TICs e segurança da informação, atendendo as imposições do setor cibernético”, explica o comandante do Centro de Instrução de Guerra Eletrônica, tenente-coronel Marcio Souza Fava.

Imposições, inclusive, numéricas. A partir do próximo ano, o Exército dará início ao que chamou de Curso de Capacitação em Massa, realizado totalmente à distância. O norte é produzir futuros especialistas em defesa cibernética, mas não há como fugir dos conteúdos de TICs, inclusive avançados. O curso, de 250 horas, começa com um único módulo, de 90 alunos. “Mas no ano seguinte já vamos passar para 7 ou 8 módulos”, completa o tenente-coronel.

São mais de 500 especialistas por ano – dos quais a tropa pretende selecionar a nata – em apenas única iniciativa. Paralelamente segue a reformulação dos cursos tradicionais e estágios, além de acordos com universidades federais. O Exército está mais adiantado porque cabe a ele o vetor dessas mudanças – a defesa cibernética –, mas Marinha e Força Aérea também se mexem.

Na Marinha, única das três forças que não conta com um instituto tecnológico associado, também há um novo desenho nas parcerias com universidades. Segundo o contra-almirante Alípio Jorge da Silva, diretor de comunicação e TI da Marinha, os conteúdos mais relevantes são em bancos de dados, ciência da computação, criptografia e engenharia de software.

Já na FAB, a transição tem um componente adicional. A Aeronáutica possui três centros de computação – em São José dos Campos-SP, Rio de Janeiro e Brasília – mas reconhece que as novas demandas vão além das capacidades da equipe. Por isso, o plano é contratar a iniciativa privada para projetar, desenvolver, testar, validar e dar manutenção às soluções definidas internamente.

“A FAB tem grandes limitações de pessoal e a demanda de TI é imensa. Até há pouco, sistemas corporativos eram desenvolvidos in house, mas na nova orientação, serão todos contratados”, revela o brigadeiro Pedro Arthur Linhares, diretor de TI da Força Aérea. “Só não podemos usar a terceirização em segurança da informação e defesa cibernética, que serão os focos da nossa formação.”

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Aos pais com carinho!

Antes de reclamar que não acredita mais nos políticos, que no Brasil é cada vez mais cada um por si... responda: qual a educação que você concede ao seu filho?


sábado, 20 de outubro de 2012

Os 14 maus hábitos que podem custar seu emprego


InfoMoney – sex, 19 de out de 2012 15:50 BRT

Seja em nome da preguiça ou do bem estar, todos os profissionais têm maus hábitos. Pode ser que você tenha dias em que as fofocas ou redes sociais estejam mais interessantes que seu trabalho ou que você pense tanto em voltar para sua cama que a desatenção fale mais alto. De vez em quando isso é normal, mas quando eles fazem parte do cotidiano talvez você tenha que tomar mais cuidado pois seu trabalho pode estar em jogo.

 “Um único hábito ruim não é provável que você seja demitido imediatamente, mas o efeito acumulativo ao longo do tempo pode”, adverte a diretora da University of Texas e autora do livro “You Majored in What? Mapping Your Path from Chaos to Career”, Katherine Brooks. Além disso, acrescenta, as pessoas podem notar um mau hábito e isso levará a procurarem outras falhas ou problemas com você. Outro mau que é o isolamento ocasionado por mentiras e fofocas, que pode afetar toda sua carreira na empresa, desde sua avaliação de desempenho até seu ciclo de amizades.

Para o fundador e presidente-executivo da TalentZoo, Rick Myers, o mais notável é que a maioria dos profissionais não percebe que está cultivando esses hábitos. “Um dos melhores conselhos para se dar a alguém que quer subir na empresa é tornar-se mais autocrítico e ter certeza que eles estão cultivando hábitos que serão valorizados pela instituição”, reforça Myers.

Para testar sua auto-crítica, a Forbes listou os 14 maus hábitos que acompanham os profissionais e que podem colocar em risco seus empregos. Será que você se identifica com algum deles?

1. Procrastinação
“Esse hábito pode seriamente prejudicá-lo em um ambiente corporativo. Se você é daquelas pessoas que acreditam fazer o melhor trabalho no último minuto e adiar os projetos e atividade por horas ou dias antes de serem entregues, você não está ciente do impacto que esse hábito está sobrecarregando seus colegas de trabalho”, alerta Brooks.


O raciocínio é simples, se sua corrida contra o tempo (no último instante) exige que os outros também trabalhem no mesmo rítmo, você provavelmente os deixará furiosos e será o primeiro culpado quando algo der errado.

2. Mentira
Isso não significa apenas inventar histórias, mas roubar ideias dos colegas, inventar desculpas por chegar atrasado, não entregar uma tarefa, abusar das despesas e cartões de crédito da empresa, usurpar de realizações de uma equipe (não apenas suas) ou outras desonestidades. “O camiho certo para acabar com a carreira de vez é ter o hábito de incobrir a verdade por mentiras pequenas ou grandes” diz a psicóloga e Ph.D., Ann Kaiser Stearns.


3. Negatividade
Se lamentar, reclamar da vida (e dos outros) ou fofocar são péssimos hábitos que devem ser combatidos diariamente. “Todos estes levam ao mesmo resultado final: você se torna uma dor de cabeça para o seu chefe”, diz a presidente da TalentZoo, Amy Hoover. “Seu chefe é responsável por garantir que suas equipes estejam unidas e positivas. Os profissionais negativos são apontados como um “câncer” pela administração superior por uma boa razão: eles acabam contaminando todos os outros”, ressalta.


4. Atraso
Se diariamente você perde o horário, é possível que você esteja passando ao seu superior um descuido com a empresa, afirmou a consultora de negócios e carreira, Roxanne Peplow. “Então, ser pontual ou até chegar uns minutinhos mais cedo mostra que você é comprometido e que se preocupa com seu trabalho e o tempo de outras pessoas, também”.


5. E-mail corporativo
O tópico envolve os hábitos errados que os profissionais fazem no e-mail. Não respondem e-mails dos chefes e colegas de trabalho ou, se respondem, escrevem errado e com informalidade. “Você pode sair como rude ou inapropriado aos olhos de outros empregados e líderes”, afirma Brooks. Se você também demora para responder os e-mails ou até lê-los, você pode perder coisas importantes, como reuniões de última hora ou algum comunicado.


6. Vício em mídias sociais
Outro hábito que deixa o profissional mais perto da demissão é ser viciado em redes sociais. “Se você diz que entrar no Facebook umas 20 vezes por dia não interfere no seu trabalho, você está mentindo. Algumas empresas têm até tomado medidas de monitoramento ou bloqueio do uso das mídias sociais. Então, cuidado: passar muito tempo on-line pode lhe custar seu emprego”, ressalta Ann.


7. Linguagem corporal
Você revira os olhos com frequência? Você tem um aperto de mão fraco? Evita fazer contato visual? Esses hábitos podem assassinar, de vez, com sua carreira. “As pessoas devem entender que as ações falam mais alto que as palavras e a maioria da nossa comunicação é feita por sinais não-verbais”, diz Peplow.


Colaboradores, gerentes ou clientes podem entender alguns de seus hábitos não-verbais como uma ofensa ou sem profissionalismo.

8. Desatenção
Se você sempre está no “mundo da lua”, pode deixar de avaliar a cultura do local de trabalho e se tornar ineficiente e limitado para seus colegas e chefes. “Não observar e entender a cultura da sua empresa leva a não se encaixar nela e isso pode criar uma diferença entre você e seus colegas”, observa Brooks.


9. Gramática pobre
Para Peplow, uma pessoa que abusa de gírias, não entende a liguagem formal e, constantemente, comete erros gramaticas é vista como ignorante. Lembre-se que você não está em casa ou reunido com seus amigos.


10. Síndrome do “lobo solitário”
Quem pensa que fazer social é errado e soa como falsidade, leve em consideração que você precisa saber se relacionar e ser sociável para continuar no seu emprego. “Embora a independência é boa em algumas situações ou quando a concentração é necessária, geralmente as pessoas precisam saber se comunicar se fazem parte de uma equipe de trabalho. Se você não é visto como um bom jogador, não terá apoio dos seus colegas quando surgirem problemas”, revela Brooks.


11. Birra
Se você perde a paciência facilmente com as pessoas ou situações e passa o resto do dia com o famoso “bico”, presume-se que você não é capaz de trabalhar sob pressão ou lidar com responsabilidade, observa Peplow. “Pratique técnicas de redução de estresse, como a meditação ou exercícios físicos e de respiração. Também, nunca traga problemas pessoais ao trabalho”.


12. Ineficiência
Esse não é um hábito, mas uma consequência de vários péssimos hábitos, como a desorganização, perda de tempo e falar muito. Todos eles podem ajudar a torná-lo um trabalhador incapaz de acabar ou realizar as próprias tarefas. “Você pode não se dar conta, mais muitos dos seus colegas estão lá para trabalhar e não para socializar. Eles podem não ser rudes com você, mas será por educação. Limite suas conversas a tempos espaçados, mantenha sua mesa organizada e não gaste tempo com tarefas não relacionadas com seu trabalho”, diz Hoover.


13. Falar sem pensar
Tente pensar antes de falar e não ao contrário. Você pode falar muitos assuntos inapropriados para um ambiente de trabalho, como os pessoais. Isso poderá prejudicar sua imagem e te deixar menos confiável.


14. Falta de educação
“As coisas mais importantes são o que nós aprendemos quando éramos pequenos”, lembra Peplow. Quando você pedir algo, diga “por favor” e logo depois agradeça. Quando se ausentar, peça “licença”. Se você não conhece alguém, se apresente. Peça perdão quando interromper alguém. “Boas maneiras são importantes e, acima de tudo, se você não tem algo bom a dizer, apenas não diga nada”.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

COLÉGIO DOCTUS - Atividade para o 6º Ano A & B

Assunto: Grécia Antiga.
Tema: Esparta e Atenas.
Entrega: 24 de outubro de 2012.
Usar metodologia indicada.

Observação: 6º Ano A - INDIVIDUAL;
            6º Ano B - individual ou em dupla.


ATIVIDADE

1 -Monte um quadro comparativo entre as cidades de Esparta e Atenas com as seguintes informações:
a - origem;
b - localização;
c - forma de governo;
d - educação;
e - economia.

2 - Como era, quais os tipos e função do teatro na Grécia Antiga?

3 - O que é um filósofo? Qual a importância deles na Grécia Antiga?

Simulados ajudam na preparação para concursos


A ordem natural de preparação da maioria dos "concurseiros" é avaliar o edital e estudar cada um dos pontos do conteúdo que será cobrado nas provas. A estratégia não é desvalorizada pelos professores especializados, porém, com o aumento da concorrência, do volume de disciplinas cobrado nos concursos públicos e do tempo reduzido para estudar, a metodologia tem sido questionada e abre espaço para outras maneiras de se preparar. Uma delas é fazer o caminho inverso: resolver questões de provas anteriores da seleção desejada e, depois, complementar com as leituras teóricas.

Solucionar exercícios que já foram usados em avaliações anteriores tem algumas vantagens: aprender a forma que a banca examinadora apura o conhecimento sobre determinada disciplina, identificar os assuntos mais recorrentes e treinar o tempo que se leva para responder à prova. Além do conteúdo, as provas de concurso público também avaliam a velocidade de resposta dos candidatos.

Atualmente, os "concurseiros" adeptos do estudo por questões anteriores usam duas alternativas: responder aos exercícios, conferir o resultado e reforçar os assuntos que não acertaram ou ler a prova já com as respostas corretas marcadas. “O método é muito eficiente, pois condiciona seu cérebro a gravar as respostas corretas, ignorando as alternativas erradas. Sem falar no acúmulo de conhecimento e domínio sobre o que a banca cobra e como o faz”, explica Hélio Guilherme Dias Silva, do Rota dos Concursos, site especializado em questões e simulados para concursos públicos.

Ele defende que os candidatos economizam tempo ao treinar com questões e simulados. “Não basta só responder, tem que conferir o resultado e voltar aos assuntos que ainda não foram fixados”.

Foco
A segunda etapa do estudo é a solução de simulados conforme o que é mais exigido pelas bancas organizadoras. “Tudo o que for cobrado na prova precisa estar previsto no conteúdo programático do edital, porém, nem tudo o que está listado fará parte das questões”, afirma Hélio Guilherme.

Um exemplo é a disciplina de Língua Portuguesa, que tem tópicos muito comuns entre as empresas que elaboram as avaliações. Segundo pesquisa no banco de dados da Rota dos Concursos, para o Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), 45,8% das questões aplicadas entre 2010 e 2012 cobraram interpretação de texto. O assunto representou 28,3% das perguntas da Escola de Administração Fazendária (Esaf) no mesmo período e 63,4% para a Fundação Universa. Em compensação, o tema sintaxe apareceu em 3,7% questões da Fundação Universa, mas em 14,3% nas provas da Esaf e 8% nas da Cespe/UnB.

Avaliações estatísticas como estas, somadas à observação do desempenho individual ao solucionar questões, podem resultar na otimização do plano de estudo do candidato ao serviço público, que saberá como e o que estudar com mais ênfase e dedicação.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

COLÉGIO DOCTUS - Atividade 6ª Série A e B

*Atividade para ser feita em DUPLA ou INDIVIDUAL;

*Deve ser DIGITADO e IMPRESSO de acordo com a metodologia indicada;

*Entrega - 6ª Série A dia 23 de outubro;
                - 6ª Série B dia 24 de outubro.

Comparem a política colonial espanhola com a portuguesa e respondam:

- Como era a política colonial da Espanha?
- Como era a política colonial de Portugal?
- O que há de comum entre as duas colonizações?
- Quais as diferenças entre as duas colonizações?

terça-feira, 16 de outubro de 2012

ENEM 2012 - Informação aos inscritos!!!


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – órgão do Ministério da Educação e Cultura (MEC) - encarregado da aplicação Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – disponibilizo uma página para orientar os inscritos no Exame para que possam fazê-lo com tranquilidade.

Clique aqui e fique por dentro!