Antes de reclamar que não acredita mais nos políticos, que no Brasil é cada vez mais cada um por si... responda: qual a educação que você concede ao seu filho?
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
Os 14 maus hábitos que podem custar seu emprego
InfoMoney – sex, 19 de out de 2012 15:50 BRT
Seja em nome da preguiça ou do bem estar, todos os
profissionais têm maus hábitos. Pode ser que você tenha dias em que as fofocas
ou redes sociais estejam mais interessantes que seu trabalho ou que você pense
tanto em voltar para sua cama que a desatenção fale mais alto. De vez em quando
isso é normal, mas quando eles fazem parte do cotidiano talvez você tenha que
tomar mais cuidado pois seu trabalho pode estar em jogo.
“Um único hábito ruim
não é provável que você seja demitido imediatamente, mas o efeito acumulativo
ao longo do tempo pode”, adverte a diretora da University of Texas e autora do
livro “You Majored in What? Mapping Your Path from Chaos to Career”, Katherine
Brooks. Além disso, acrescenta, as pessoas podem notar um mau hábito e isso
levará a procurarem outras falhas ou problemas com você. Outro mau que é o
isolamento ocasionado por mentiras e fofocas, que pode afetar toda sua carreira
na empresa, desde sua avaliação de desempenho até seu ciclo de amizades.
Para o fundador e presidente-executivo da TalentZoo, Rick
Myers, o mais notável é que a maioria dos profissionais não percebe que está
cultivando esses hábitos. “Um dos melhores conselhos para se dar a alguém que
quer subir na empresa é tornar-se mais autocrítico e ter certeza que eles estão
cultivando hábitos que serão valorizados pela instituição”, reforça Myers.
Para testar sua auto-crítica, a Forbes listou os 14 maus
hábitos que acompanham os profissionais e que podem colocar em risco seus
empregos. Será que você se identifica com algum deles?
1. Procrastinação
“Esse hábito pode seriamente prejudicá-lo em um ambiente corporativo. Se você é
daquelas pessoas que acreditam fazer o melhor trabalho no último minuto e adiar
os projetos e atividade por horas ou dias antes de serem entregues, você não
está ciente do impacto que esse hábito está sobrecarregando seus colegas de
trabalho”, alerta Brooks.
O raciocínio é simples, se sua corrida contra o tempo (no
último instante) exige que os outros também trabalhem no mesmo rítmo, você
provavelmente os deixará furiosos e será o primeiro culpado quando algo der
errado.
2. Mentira
Isso não significa apenas inventar histórias, mas roubar ideias dos colegas,
inventar desculpas por chegar atrasado, não entregar uma tarefa, abusar das
despesas e cartões de crédito da empresa, usurpar de realizações de uma equipe
(não apenas suas) ou outras desonestidades. “O camiho certo para acabar com a
carreira de vez é ter o hábito de incobrir a verdade por mentiras pequenas ou
grandes” diz a psicóloga e Ph.D., Ann Kaiser Stearns.
3. Negatividade
Se lamentar, reclamar da vida (e dos outros) ou fofocar são péssimos hábitos
que devem ser combatidos diariamente. “Todos estes levam ao mesmo resultado
final: você se torna uma dor de cabeça para o seu chefe”, diz a presidente da
TalentZoo, Amy Hoover. “Seu chefe é responsável por garantir que suas equipes
estejam unidas e positivas. Os profissionais negativos são apontados como um
“câncer” pela administração superior por uma boa razão: eles acabam
contaminando todos os outros”, ressalta.
4. Atraso
Se diariamente você perde o horário, é possível que você esteja passando ao seu
superior um descuido com a empresa, afirmou a consultora de negócios e
carreira, Roxanne Peplow. “Então, ser pontual ou até chegar uns minutinhos mais
cedo mostra que você é comprometido e que se preocupa com seu trabalho e o
tempo de outras pessoas, também”.
5. E-mail corporativo
O tópico envolve os hábitos errados que os profissionais fazem no e-mail. Não
respondem e-mails dos chefes e colegas de trabalho ou, se respondem, escrevem
errado e com informalidade. “Você pode sair como rude ou inapropriado aos olhos
de outros empregados e líderes”, afirma Brooks. Se você também demora para
responder os e-mails ou até lê-los, você pode perder coisas importantes, como
reuniões de última hora ou algum comunicado.
6. Vício em mídias sociais
Outro hábito que deixa o profissional mais perto da demissão é ser viciado em
redes sociais. “Se você diz que entrar no Facebook umas 20 vezes por dia não
interfere no seu trabalho, você está mentindo. Algumas empresas têm até tomado
medidas de monitoramento ou bloqueio do uso das mídias sociais. Então, cuidado:
passar muito tempo on-line pode lhe custar seu emprego”, ressalta Ann.
7. Linguagem corporal
Você revira os olhos com frequência? Você tem um aperto de mão fraco? Evita
fazer contato visual? Esses hábitos podem assassinar, de vez, com sua carreira.
“As pessoas devem entender que as ações falam mais alto que as palavras e a
maioria da nossa comunicação é feita por sinais não-verbais”, diz Peplow.
Colaboradores, gerentes ou clientes podem entender alguns de
seus hábitos não-verbais como uma ofensa ou sem profissionalismo.
8. Desatenção
Se você sempre está no “mundo da lua”, pode deixar de avaliar a cultura do
local de trabalho e se tornar ineficiente e limitado para seus colegas e chefes.
“Não observar e entender a cultura da sua empresa leva a não se encaixar nela e
isso pode criar uma diferença entre você e seus colegas”, observa Brooks.
9. Gramática pobre
Para Peplow, uma pessoa que abusa de gírias, não entende a liguagem formal e,
constantemente, comete erros gramaticas é vista como ignorante. Lembre-se que
você não está em casa ou reunido com seus amigos.
10. Síndrome do “lobo solitário”
Quem pensa que fazer social é errado e soa como falsidade, leve em consideração
que você precisa saber se relacionar e ser sociável para continuar no seu
emprego. “Embora a independência é boa em algumas situações ou quando a
concentração é necessária, geralmente as pessoas precisam saber se comunicar se
fazem parte de uma equipe de trabalho. Se você não é visto como um bom jogador,
não terá apoio dos seus colegas quando surgirem problemas”, revela Brooks.
11. Birra
Se você perde a paciência facilmente com as pessoas ou situações e passa o
resto do dia com o famoso “bico”, presume-se que você não é capaz de trabalhar
sob pressão ou lidar com responsabilidade, observa Peplow. “Pratique técnicas
de redução de estresse, como a meditação ou exercícios físicos e de respiração.
Também, nunca traga problemas pessoais ao trabalho”.
12. Ineficiência
Esse não é um hábito, mas uma consequência de vários péssimos hábitos, como a
desorganização, perda de tempo e falar muito. Todos eles podem ajudar a
torná-lo um trabalhador incapaz de acabar ou realizar as próprias tarefas.
“Você pode não se dar conta, mais muitos dos seus colegas estão lá para
trabalhar e não para socializar. Eles podem não ser rudes com você, mas será
por educação. Limite suas conversas a tempos espaçados, mantenha sua mesa
organizada e não gaste tempo com tarefas não relacionadas com seu trabalho”,
diz Hoover.
13. Falar sem pensar
Tente pensar antes de falar e não ao contrário. Você pode falar muitos assuntos
inapropriados para um ambiente de trabalho, como os pessoais. Isso poderá
prejudicar sua imagem e te deixar menos confiável.
14. Falta de educação
“As coisas mais importantes são o que nós aprendemos quando éramos pequenos”,
lembra Peplow. Quando você pedir algo, diga “por favor” e logo depois agradeça.
Quando se ausentar, peça “licença”. Se você não conhece alguém, se apresente.
Peça perdão quando interromper alguém. “Boas maneiras são importantes e, acima
de tudo, se você não tem algo bom a dizer, apenas não diga nada”.
Disponível em: http://br.financas.yahoo.com/noticias/14-maus-h%C3%A1bitos-podem-custar-185000479.html, acessado em 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
COLÉGIO DOCTUS - Atividade para o 6º Ano A & B
Assunto: Grécia Antiga.
Tema: Esparta e Atenas.
Entrega: 24 de outubro de 2012.
Usar metodologia indicada.
Observação: 6º Ano A - INDIVIDUAL;
6º Ano B - individual ou em dupla.
ATIVIDADE
1 -Monte um quadro comparativo entre as cidades de Esparta e Atenas com as seguintes informações:
a - origem;
b - localização;
c - forma de governo;
d - educação;
e - economia.
2 - Como era, quais os tipos e função do teatro na Grécia Antiga?
3 - O que é um filósofo? Qual a importância deles na Grécia Antiga?
Tema: Esparta e Atenas.
Entrega: 24 de outubro de 2012.
Usar metodologia indicada.
Observação: 6º Ano A - INDIVIDUAL;
6º Ano B - individual ou em dupla.
ATIVIDADE
1 -Monte um quadro comparativo entre as cidades de Esparta e Atenas com as seguintes informações:
a - origem;
b - localização;
c - forma de governo;
d - educação;
e - economia.
2 - Como era, quais os tipos e função do teatro na Grécia Antiga?
3 - O que é um filósofo? Qual a importância deles na Grécia Antiga?
Simulados ajudam na preparação para concursos
A
ordem natural de preparação da maioria dos "concurseiros" é avaliar o edital e
estudar cada um dos pontos do conteúdo que será cobrado nas provas. A
estratégia não é desvalorizada pelos professores especializados, porém, com o
aumento da concorrência, do volume de disciplinas cobrado nos concursos
públicos e do tempo reduzido para estudar, a metodologia tem sido questionada e
abre espaço para outras maneiras de se preparar. Uma delas é fazer o caminho
inverso: resolver questões de provas anteriores da seleção desejada e, depois,
complementar com as leituras teóricas.
Solucionar
exercícios que já foram usados em avaliações anteriores tem algumas vantagens:
aprender a forma que a banca examinadora apura o conhecimento sobre determinada
disciplina, identificar os assuntos mais recorrentes e treinar o tempo que se
leva para responder à prova. Além do conteúdo, as provas de concurso público
também avaliam a velocidade de resposta dos candidatos.
Atualmente,
os "concurseiros" adeptos do estudo por questões anteriores usam duas
alternativas: responder aos exercícios, conferir o resultado e reforçar os
assuntos que não acertaram ou ler a prova já com as respostas corretas
marcadas. “O método é muito eficiente, pois condiciona seu cérebro a gravar as
respostas corretas, ignorando as alternativas erradas. Sem falar no acúmulo de conhecimento
e domínio sobre o que a banca cobra e como o faz”, explica Hélio Guilherme Dias
Silva, do Rota dos Concursos, site especializado em questões e simulados para
concursos públicos.
Ele
defende que os candidatos economizam tempo ao treinar com questões e simulados.
“Não basta só responder, tem que conferir o resultado e voltar aos assuntos que
ainda não foram fixados”.
Foco
A
segunda etapa do estudo é a solução de simulados conforme o que é mais exigido
pelas bancas organizadoras. “Tudo o que for cobrado na prova precisa estar
previsto no conteúdo programático do edital, porém, nem tudo o que está listado
fará parte das questões”, afirma Hélio Guilherme.
Um
exemplo é a disciplina de Língua Portuguesa, que tem tópicos muito comuns entre
as empresas que elaboram as avaliações. Segundo pesquisa no banco de dados da
Rota dos Concursos, para o Centro de Seleção e Promoção de Eventos da
Universidade de Brasília (Cespe/UnB), 45,8% das questões aplicadas entre 2010 e
2012 cobraram interpretação de texto. O assunto representou 28,3% das perguntas
da Escola de Administração Fazendária (Esaf) no mesmo período e 63,4% para a
Fundação Universa. Em compensação, o tema sintaxe apareceu em 3,7% questões da
Fundação Universa, mas em 14,3% nas provas da Esaf e 8% nas da Cespe/UnB.
Avaliações
estatísticas como estas, somadas à observação do desempenho individual ao
solucionar questões, podem resultar na otimização do plano de estudo do
candidato ao serviço público, que saberá como e o que estudar com mais ênfase e
dedicação.
Disponível em http://br.educacao.yahoo.net/conteudo.aspx?titulo=Simulados+ajudam+na+prepara%C3%A7%C3%A3o+para+concursos, acessado dia 19 de outubro de 2012.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
COLÉGIO DOCTUS - Atividade 6ª Série A e B
*Atividade para ser feita em DUPLA ou INDIVIDUAL;
*Deve ser DIGITADO e IMPRESSO de acordo com a metodologia indicada;
*Entrega - 6ª Série A dia 23 de outubro;
- 6ª Série B dia 24 de outubro.
Comparem a política colonial espanhola com a portuguesa e respondam:
- Como era a política colonial da Espanha?
- Como era a política colonial de Portugal?
- O que há de comum entre as duas colonizações?
- Quais as diferenças entre as duas colonizações?
*Deve ser DIGITADO e IMPRESSO de acordo com a metodologia indicada;
*Entrega - 6ª Série A dia 23 de outubro;
- 6ª Série B dia 24 de outubro.
Comparem a política colonial espanhola com a portuguesa e respondam:
- Como era a política colonial da Espanha?
- Como era a política colonial de Portugal?
- O que há de comum entre as duas colonizações?
- Quais as diferenças entre as duas colonizações?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
ENEM 2012 - Informação aos inscritos!!!
O
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) –
órgão do Ministério da Educação e Cultura (MEC) - encarregado da aplicação Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) – disponibilizo uma página para orientar
os inscritos no Exame para que possam fazê-lo com tranquilidade.
Clique aqui e fique por dentro!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Redes sociais são as principais fontes de contratações por recrutadores
Por Redação Eschola.com | – 09/10/2012 16:03:00
O Brasil é atualmente o quarto país com mais acesso a redes
sociais no mundo, de acordo com o ComScore de 2011, 97% dos usuários de
internet no Brasil estão nas redes sociais. No meio desses milhares de pessoas
estão os recrutadores, executivos de empresas ou alguém que possa se interessar
por alguma habilidade sua e a ferramenta mais utilizada por essas pessoas para
encontrar as pessoas certas é o Linkedin. No Brasil são mais de 3 milhões de
usuários.
Em uma pesquisa com 226 recrutadores no Brasil realizada
pelo próprio site de relacionamentos profissionais, revelou que 42% consideram
a rede social como principal fonte para boas contratações. A rede perde apenas
para sites de emprego, que lideram o ranking sendo fonte para 48% das
contratações de sucesso no Brasil. Em relação ao ano passado esse número
aumentou 26%. A relevância do Linkedin em território nacional está a frente de
agências de recrutamento, segundo os entrevistados. Esses números confirmam a
tendência de que os currículos tradicionais enviados por e-mail estão em
decadência.
Outra ferramenta que começa a ganhar destaque no Brasil é o
BrachOut, um aplicativo do Facebook onde são concentradas suas informações
profissionais e ofertas de vagas de emprego. O fato de o aplicativo ser no
Facebook é o grande atrativo para os usuários, que não precisam sair do
ambiente da rede para ter acesso às ofertas de emprego.
Os especialistas recomendam investir tempo para deixar seu
currículo o mais completo possível e trabalhar suas conexões e recomendações,
elas podem ser boas referências do candidato, segundo os recrutadores.
Disponivel em: http://br.educacao.yahoo.net/conteudo.aspx?titulo=Redes+sociais+s%C3%A3o+as+principais+fontes+de+contrata%C3%A7%C3%B5es+por+recrutadores, acessado em 10 de outubro de 2012.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Exercícios podem estimular o cérebro a preservar a memória
![]() |
| Esse sim, é o órgão mais importante a ser exercitado! (Foto: iStock) |
Ler, manter uma alimentação equilibrada, dormir bem, praticar exercícios
físicos e realizar atividades mentais ajudam a preservar o bem-estar do
cérebro. É importante que estejamos sempre alertas para perceber os pequenos
sinais que indicam que nossa capacidade mental anda se deteriorando, como
lapsos de memória, desatenção e baixa produtividade.
De acordo com o neurologista Leandro Teles, quanto mais você exercitar seu
cérebro, melhor será o seu desempenho para resolver questões lógicas e
problemas do dia a dia.
“São inúmeros os benefícios que os exercícios mentais podem proporcionar para o cérebro e para a saúde como um todo. Eles melhoram a capacidade de atenção, memória, linguagem e raciocínio. Esse tipo de atividade ajuda a prevenir e combater o declínio cognitivo e mesmo proteger contra doenças degenerativas, como o Alzheimer”, explica o neurologista.
Um cérebro sempre ativo é mais confiável e suporta mais sobrecargas eventuais de tarefas, gerando menos lapsos, brancos e erros de julgamentos. Por isso é importante buscar sempre atividades novas, ou mesmo fazer as coisas corriqueiras de modo diferente. A mudança de hábitos, como fazer caminhos diferentes quando for ao trabalho, estimular o paladar, vestir de olhos fechados, inverter a mão do mouse etc. Isso se transforma em desafios que estimulam o cérebro a se exercitar, sair da zona de conforto, criar alternativas, desautomatizando o processo mental do cotidiano.
Conheça as sete dicas que vão ajudar o seu cérebro a se manter em forma:
“São inúmeros os benefícios que os exercícios mentais podem proporcionar para o cérebro e para a saúde como um todo. Eles melhoram a capacidade de atenção, memória, linguagem e raciocínio. Esse tipo de atividade ajuda a prevenir e combater o declínio cognitivo e mesmo proteger contra doenças degenerativas, como o Alzheimer”, explica o neurologista.
Um cérebro sempre ativo é mais confiável e suporta mais sobrecargas eventuais de tarefas, gerando menos lapsos, brancos e erros de julgamentos. Por isso é importante buscar sempre atividades novas, ou mesmo fazer as coisas corriqueiras de modo diferente. A mudança de hábitos, como fazer caminhos diferentes quando for ao trabalho, estimular o paladar, vestir de olhos fechados, inverter a mão do mouse etc. Isso se transforma em desafios que estimulam o cérebro a se exercitar, sair da zona de conforto, criar alternativas, desautomatizando o processo mental do cotidiano.
Conheça as sete dicas que vão ajudar o seu cérebro a se manter em forma:
1- Exercite o cérebro
Ao entrar
numa sala cheia de gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado
esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os
olhos e enumere-os. Tente adivinhar quem está ao telefone antes de perguntar
quem é, apenas pelo timbre da voz. Antes de dormir, escolha a situação mais
importante do dia e reconstrua mentalmente em detalhes; logo ao acordar remonte
seu sonho. Ao ouvir uma palavra diferente, pense em outras 5 começando com a
mesma letra, escreva uma lista de supermercado e faça toda a compra sem olhar
pra ela (conferindo apenas no final) etc. Enfim, dê trabalho para seu cérebro
no dia a dia, use a criatividade, tudo é válido para exercitar os neurônios.
2- Durma bem
A falta de
sono prejudica muito a memória. É mais difícil para as pessoas que convivem com
esse problema memorizar dados, números e outras coisas. O sono é fundamental
para fixação das atividades do dia anterior e prepara o cérebro para as
atividades mentais do dia seguinte. Não deixe também de tirar aquela “soneca”
depois do almoço, não mais que 30 – 40 minutos, para o cérebro ter um bom
rendimento no período da tarde.
3- Jogos da memória
Jogos
infantis, como da memória e quebra cabeças, exigem que o cérebro trabalhe a
concentração. Compre um desses jogos e cronometre o tempo que você levou para
encaixar as peças ou descobri-las. Depois, repita e veja o quanto você progrediu.
Outros jogos que ajudam também são xadrez, palavras cruzadas, sudoku, dominó,
jogos de perguntas & respostas e mesmo jogos de cartas.
4- Evite bebidas alcoólicas
O álcool é
um dos inimigos mais agressivos do cérebro. “O excesso de álcool leva à lesão
direta dos neurônios, causando incoordenação motora e comprometimento
intelectual.
5- Faça atividades físicas
O exercício
físico regular melhora nosso cérebro por diversos motivos. Melhora nosso sono,
melhora sintomas de ansiedade e depressão, promove a liberação de substâncias
como endorfinas, serotonina e dopamina, melhorando a atenção, a concentração, a
memória e o raciocínio. A atividade física reduz o peso, controla o diabetes e
a hipertensão e reduz os níveis de colesterol, agredindo menos o cérebro por
doenças dentro dos vasos.
6- Hábitos saudáveis
Mantenha
uma alimentação equilibrada, controle o seu peso, faça avaliação médica
periódica e evite o tabagismo e outras drogas.
“A melhor
recomendação para manter uma boa memória é cuidar bem da sua saúde. Praticar
exercícios, evitar cigarros, bebidas, dormir bem e colocar a cabeça para
funcionar... viver a vida, não ficar passivo, busque sempre problemas para que
seu cérebro não adormeça lentamente”, orienta o neurologista.
7- Leitura
7- Leitura
Não tenha
preguiça de ler. A leitura é uma das atividades cerebrais mais completas, pois
estimula todo o processo da memória. Vivencie a leitura, remonte a história,
visualize os personagens e as cenas. Leia livros, revistas, jornais, e-mails,
cartas antigas etc.
Disponível em: http://br.mulher.yahoo.com/exerc%C3%ADcios-mem%C3%B3ria.html, acessado em 08 de outubro de 2012.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
COLÉGIO DOCTUS - Os cinco melhores do 3º bimestre!
Eis aqui os alunos que se esforçaram no 3º Bimestre!
Como sempre digo, nota eu não dou... é o aluno quem tira!!!!!
6º Ano A
1º - Gustavo Giora Moura.
2º - Ana Paula Teixeira.
3º - Beatriz Nogueira Peghim;
- Caio Reis Barroso;
- Mayne Barboza Sartori;
- Victoria Tomazini Portelinha.
6º Ano B
1º - Beatriz Rodrigues Pedrosa;
2º - Gabriel Ridolfi Russo de Paula;
3º - Felipe Lopes Moreira;
- Thaís Grisoni Baroni.
4° - Pedro Henrique Pereira Soares.
6º Série A
1º - Giovanna Victor da Silva.
2º - Gabriel Braga Diniz;
- João Pedro do Carmo Martins;
- João Vitor da Silva Rodrigues.
3º - Gustavo Bossi de Araujo.
6º Série B
1º - Julia Moraes Queiroz.
2º - Heloisa Carneiro Pires;
- Nicole Marta Mattos Silva;
- Vinicius Fernandes Oliveira.
3º - Marina da Silva Morais.
7º Série A
1º - Vinicius Motta Benatti.
2º - Victor Barbosa Fideles da Costa.
3º - Alexandre Eduardo Boer;
- Lucas Padovan Lira.
4º - Fabricio Pattaro.
8º Série A
1º - Laura Zago Fahl.
2º - João Vitor Las Casas Alves;
- Leonardo Blanco Ordonho;
- Tiago Franco de Carvalho Dias.
3º - Jéssica da Silva Bachega;
- Matheus Dupas Theophilo da Silva;
- Matheus Massahito Kono.
Como sempre digo, nota eu não dou... é o aluno quem tira!!!!!
6º Ano A
1º - Gustavo Giora Moura.
2º - Ana Paula Teixeira.
3º - Beatriz Nogueira Peghim;
- Caio Reis Barroso;
- Mayne Barboza Sartori;
- Victoria Tomazini Portelinha.
6º Ano B
1º - Beatriz Rodrigues Pedrosa;
2º - Gabriel Ridolfi Russo de Paula;
3º - Felipe Lopes Moreira;
- Thaís Grisoni Baroni.
4° - Pedro Henrique Pereira Soares.
6º Série A
1º - Giovanna Victor da Silva.
2º - Gabriel Braga Diniz;
- João Pedro do Carmo Martins;
- João Vitor da Silva Rodrigues.
3º - Gustavo Bossi de Araujo.
6º Série B
1º - Julia Moraes Queiroz.
2º - Heloisa Carneiro Pires;
- Nicole Marta Mattos Silva;
- Vinicius Fernandes Oliveira.
3º - Marina da Silva Morais.
7º Série A
1º - Vinicius Motta Benatti.
2º - Victor Barbosa Fideles da Costa.
3º - Alexandre Eduardo Boer;
- Lucas Padovan Lira.
4º - Fabricio Pattaro.
8º Série A
1º - Laura Zago Fahl.
2º - João Vitor Las Casas Alves;
- Leonardo Blanco Ordonho;
- Tiago Franco de Carvalho Dias.
3º - Jéssica da Silva Bachega;
- Matheus Dupas Theophilo da Silva;
- Matheus Massahito Kono.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Maioria apoia, mas só 37% leem para crianças
Apesar de terem tido pouco contato
com os livros na infância, 96% dos brasileiros consideram importante ou muito
importante o incentivo à leitura para crianças pequenas, de até 5 anos - mas
apenas 37% costumam ler livros ou histórias para elas. Esse é o resultado de
uma pesquisa da Fundação Itaú Social que será anunciada nesta terça-feira em
São Paulo.
Para o levantamento, o instituto
Datafolha ouviu, no início de agosto, 2.074 pessoas com mais de 16 anos de
idade em 133 municípios de todo o País. Os entrevistados também foram
questionados acerca de sua experiência pessoal de leitura, quando crianças,
além de seu atual hábito de leitura para crianças de seu círculo de
convivência.
“O nosso objetivo foi medir a
percepção sobre a importância da leitura para crianças pequenas, mas também o
envolvimento do adulto nessa tarefa”, afirma o vice-presidente da Fundação Itaú
Social, Antonio Matias. Ele conta que a pesquisa é uma das ações da campanha
que vê no estímulo à leitura uma oportunidade de mobilizar a sociedade para a
garantia dos direitos da criança e do adolescente.
“Lutamos por essa causa porque
muitos estudos já mostraram que a leitura na primeira infância pode ajudar
muito no desenvolvimento dessas crianças”, completa Matias.
Resultados
Os números da pesquisa mostram que
a população também compreende a importância. À pergunta “por quais razões você
acha importante incentivar as crianças de até 5 anos a ter gosto pela
leitura?”, as respostas foram consistentes: 54% citaram o desenvolvimento
intelectual e cultural, isto é, que a leitura deixa mais inteligente e ajuda a
desenvolver a capacidade de raciocínio, além de despertar a curiosidade.
Outros 36% acreditam que a leitura
na infância ajuda na formação educacional e na criação desse hábito. O
desempenho no mercado de trabalho é citado por apenas 10% dos entrevistados.
Apesar dessa consciência, menos da
metade (37%) costuma ler livros ou histórias para crianças. Um comportamento
que repete a mesma experiência que esses adultos tiveram na infância: 60% dos
entrevistados não tiveram experiência de leitura durante sua infância e
gostariam que alguém tivesse feito isso.
Na escolha por esse “mentor”, a
opção recai sobre a mãe. Se pudessem escolher quem eles gostariam que tivesse
lido para eles durante a infância, 44% dizem a mãe, 28% o pai e apenas 2% a
professora.
“Isso é bom, mas desde que se
transforme essa percepção em mobilização. Quanto mais um adulto se envolve,
mais ele se compromete com o processo de educação dos seus filhos e se torna
atuante na cobrança de uma escola pública de qualidade, que é a nossa causa
maior”, resume Matias.
Alheios
Na pesquisa, os 4% que acham “mais
ou menos importante” ou não veem razão para ler para crianças de até 5 anos
alegam que, nessa idade, elas não estão maduras o suficiente para a tarefa: são
muito novas e estão na idade de brincar. Para alguns, a prática seria “forçar a
mente da criança” ou poderia fazer com que os pequenos enjoassem de estudar
antes mesmo de entrar na escola.
Uma preocupação equivocada, explica
a gerente de projetos do Instituto do Pró-Livro, Zoara Failla. “A leitura
também é uma forma de brincar. A criança vai se divertir com as ilustrações e
com as pequenas frases que podem ser lidas pelo adulto. É um momento de
familiarização, de descoberta. Basta ver como os pequenos pedem a repetição de
uma boa história para ver como esse contato é lúdico.” As informações são do
jornal O Estado de S.Paulo.
Disponível em: http://br.noticias.yahoo.com/maioria-apoia-mas-s%C3%B3-37-leem-crian%C3%A7as-121200270.html, acessado em 2 de outubro de 2012.
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