quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

COLÉGIO DOCTUS - Atividade para 8ª Série A / 9º Ano A


Tema: unificação da Itália e da Alemanha.
Valor: 5,0 pontos.
Entrega: 27 de fevereiro de 2013.
Metodologia: trabalho impresso conforme a metodologia indicada.


1 - Podemos citar como consequência da unificação política da Alemanha (1870-1871) comandada por Oto Von Bismark:

A (  )  a ruptura do equilíbrio europeu, o revanchismo francês, a revolução industrial alemã e política de alianças.
B (  ) enfraquecimento da Alemanha e miséria de grande parte dos habitantes do sul, responsável pela onda migratória do final do século XIX.
C ( ) a anexação da Alsácia e Lorena, o empobrecimento do Zollverein e retração do capitalismo.
D ( ) corrida colonial, revanchismo francês, o enfraquecimento do Reich e anexação da Áustria.
E ( ) o equilíbrio europeu, a aliança com a França, a formação da união aduaneira e a Liga dos Três Imperadores.

2 – Explique a sua escolha, detalhando o que é historicamente cada item presente na alternativa correta.

3 - Giuseppe Garibaldi, herói da unificação italiana, embora tenha sido um republicano convicto, praticamente entregou os territórios por ele conquistados ao rei Victor Emanuel II da Sardenha. Embora seu ato possa ser considerado contraditório, ele se insere dentro de um ideal. Explique qual é esse ideal, contextualizando a realidade política e social da Itália na época, com ênfase no sacrifício ideológico feio por ele.

4 - O que foi a “questão romana”? Descreva todo o contexto histórico que a criou e como foi o seu desfecho.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

COLÉGIO DOCTUS - Atividade para o 6º ano A/B


Essa atividade consiste em elaborarmos uma pesquisa histórica sobre o nosso nome.

Cada aluno deve escrever no comentário desta postagem o seu nome completo, série e elaborar um comentário com os seguintes itens:

- significado do nome;
- por qual motivo recebeu esse nome;
- significado do sobrenome;
- origem do sobrenome.

Vejamos um exemplo:
Prof. Fábio José de Oliveira – 6º ano A/B

O nome Fábio vem do latim e significa fava ou feijão. Ele escolhido por sugestão de meus irmãos que, empolgados com uma novela na qual participava o cantor e ator Fábio Júnior, acharam o nome interessante. Já o José é o nome do meu pai.

Meu sobrenome é Oliveira, ele tem origem portuguesa e é o nome de uma arvore que produz como fruto a oliva ou azeitona.

Data: escrever no blog até as 22h00min do dia 28 de fevereiro de 2013 .

Valor: 2,0 na pontuação geral.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

As 10 profissões que receberam os maiores aumentos salariais em 2012

InfoMoney



SÃO PAULO - Contratar ou reter talentos está custando cada vez mais caro para as empresas brasileiras, especialmente as paulistanas, segundo o estudo da Page Personnel que revelou os dez maiores ganhos salariais em 2012.

Liderando a lista, o Administrador de Banco de Dados Júnior teve um aumento de 90,3% no período, em comparação a 2011. Com o salário turbinado, hoje o profissional ganha R$ 4,7 mil por mês.

Para o diretor-executivo da consultoria, Roberto Picino, os profissionais listados são valorizados no mercado de trabalho, mas há falta de talentos nas áreas - fatores que inflacionam seus salários a cada ano. 

“A combinação procura e oferta impactou no resultado desses salários e o ganho médio real desse grupo ficou acima da média do mercado”.

Profissão Aumento Salarial(%)Salário médio em 2012
*Page Personnel

Disponível em: http://br.financas.yahoo.com/noticias/10-profiss%C3%B5es-receberam-maiores-aumentos-121517888.html, acessado em 8 de fevereiro de 2013.
Administrador de Banco de Dados Júnior90,3%R$ 4,7 mil
Projetista Civil Pleno75,8%R$ 7,5 mil
Técnico de Edificações72.9%R$ 7,5 mil
Analista Fiscal Tributário Pleno32.4%R$ 5,5 mil
Analista Contábil Júnior24.9%R$ 4,5 mil
Analista de Crédito Júnior - Bancos de Investimento24.9%R$ 6,5 mil
Analista de Comércio Exterior Pleno24.9%R$ 4,7 mil
Engenheiro Ambiental Sênior22.4%R$ 5,1 mil
Analista de Produtos Pleno - Varejo14.9%R$ 7,2 mil
Analista de Crédito Sênior -Seguradora12.9%R$ 6,5 mil

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Por que vale a pena prestar um concurso público?


Conheça os principais motivos que levam milhares de brasileiros a optarem pelo serviço público

Por Rafa Tayão 


Todos os dias, a mesma coisa: logo cedo, ela batia o ponto no trabalho e dali em diante não sabia mais que horas voltaria para casa. Era chefe de uma equipe, tinha que resolver tudo para ontem e ainda via colegas da empresa serem demitidos por motivos que até hoje não sabe ao certo a razão. Em busca de estabilidade e de uma carga horária mais definida, a jornalista Rachel Bernardes optou pelo concurso público. Seu objetivo foi alcançado em aproximadamente um ano, quando passou para o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) para os cargos de técnico e analista judiciários. 

O caso dessa profissional é só um exemplo do que ocorre todos os anos com milhares de brasileiros que veem no funcionalismo governamental a chance de ter um bom emprego. Mas por que exatamente as pessoas escolhem fazer concursos públicos? Há vagas para todo mundo? Qual o sentido de ser servidor? E será que dá para chegar lá? Confira as respostas para essas questões abaixo.

Por que concurso público?
De acordo com o presidente do grupo Vestcon, Ernani Pimentel, são basicamente cinco motivos que levam as pessoas a prestarem concursos públicos: estabilidade, vencimentos melhores do que na iniciativa privada, a não exigência de experiência anterior na função, benefícios adicionais e status.

A primeira dessas razões, o direito de se manter no cargo mesmo contra a vontade do chefe, fez com que a fonoaudióloga, Caroline Peixoto, buscasse uma vaga no serviço público. Tendo o seu objetivo traçado e pretendendo ser uma profissional da saúde da rede pública, ela não perdeu tempo com seleções que não tinham o seu perfil. Focou os seus estudos durante um ano em tudo o que era cobrado nas provas de Fonoaudiologia.
O resultado? Passou em dois concursos públicos. Detalhe: em um deles, em primeiro lugar. "Optei por iniciar os estudos pelas áreas dentro da Fonoaudiologia que não são da minha área específica. Busquei em referências bibliográficas de concursos passados e então mergulhei em resumos. Em seguida, imprimi muitas provas antigas e dediquei bastante tempo na resolução delas. Dessa forma, acumulei vários resumos ao longo do tempo", explica ela.

Ainda há quem preferira olhar para os rendimentos. "Cargos públicos de nível médio, por exemplo, têm salários iniciais de R$3.500 a R$ 4 mil, sem contar com os benefícios como auxílios creche, odontológico, assistência médica, entre outros. Empregos para esta escolaridade com este salário e tudo mais, praticamente não existem na iniciativa privada"m afirma Pimentel, que é ex-presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac).

E é pela possibilidade de melhorar o seu salário que o administrador, Edvaldo Alves de Oliveira, decidiu se dedicar aos estudos e tentar uma vaga no serviço público. Com 48 anos de idade, ganhando o que considera insuficiente e já visando uma aposentadoria melhor, presta concursos para tentar ter um futuro financeiro mais confortável. Trabalhando das 8h às 18h, ainda arruma algumas horas depois do expediente para se debruçar sobre os livros. "Saio do trabalho e vou para a Biblioteca Nacional estudar. Além disso, também divido o pouco tempo que me resta com vídeo-aulas", relata ele.

As causas que levam as pessoas a participarem dessas seleções não param por aí. Segundo o juiz federal, William Douglas, professor universitário e autor de diversos livros motivacionais relacionados a concursos e ainda a outros temas , a boa relação entre remuneração e tranquilidade é também considerada grande razão para tentar a carreira pública. "Alguns largam a pequena e média empresa em busca da paz. Outro motivo comum é o efeito dominó: os candidatos veem um amigo ou parente que passou e a vida ficou bem melhor, e isso é muito motivador" diz ele.

Vagas confirmadas para 2013 e a real necessidade de pessoal
Segundo Ernani Pimentel, em todo o país, contando com as esferas municipal, estadual e federal, há cerca de 1 milhão de vagas para serem preenchidas em todos os níveis de escolaridade. No ano de 2012, foram previstas 54 mil vagas só no governo Federal e 16 mil delas foram ocupadas. "A deficiência de funcionários é visível. A rigor, o Brasil terá de contratar muita gente", opina o presidente da Vestcon.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informa que estão previstas na Lei Orçamentária Anual de 2013, que ainda depende de votação no Congresso no próximo mês de fevereiro, 37.200 vagas a serem preenchidas por meio de concurso público ao longo deste ano, no Poder Executivo Federal. As seleções ainda serão autorizadas conforme cada órgão, por isso não há como antecipar quantitativos por eles. Contudo, o governo tem áreas prioritárias: Educação, Justiça, Saúde, Segurança Pública, Social, Desenvolvimento Econômico, Produtivo e Ambiental; Articulação Governamental e Gestão, Infraestrutura, Regulação, Política Externa e Defesa Nacional. O Planejamento não trata de concursos para outros poderes.

Além disso, outras 3.500 vagas estão reservadas no orçamento para concursos com a finalidade específica de substituição de terceirizados em desacordo com a legislação, mas ainda deverão ser autorizadas.

Como se preparar para os concursos
As dificuldades no meio do caminho sempre surgem e é preciso ter muita força para passar por cima disso tudo. Muitas vezes, são meses e até anos de preparação para chegar lá e as desistências acontecem. Uma causa frequente é que muitas pessoas acham que não são capazes e acabam deixando o projeto da vaga no serviço público de lado, mas William Douglas é enfático e diz que qualquer um que realmente deseja mudar de vida irá conseguir. "Não existe isso de "sou incapaz". O que importa não é de onde você vem, mas para onde está indo; o que importa não é quem a pessoa é, mas quem ela quer ser", diz. "Na verdade, o concurso é um dos lugares onde haverá menos discriminação ao pobre, negro, homossexual, a quem mora longe ou não é "bonito" para o padrão eleito pela sociedade. O objetivo do concurso é saber se você deu a resposta correta e ponto. Isso é uma enorme chance para quem sofre discriminações ou dificuldades", completa.

Quem estuda de qualquer maneira, sem um planejamento adequado à sua própria vida precisa mudar isso para alcançar seus objetivos. Para Caroline Peixoto, estruturar-se é fundamental. "Se realmente quer uma vaga, precisa inicialmente se organizar, descobrir uma metodologia de estudo que se adeque à sua rotina e focar nos estudos", recomenda.
Outros que também que se enrolam e muitas vezes ficam pelo caminho são aqueles que acham que vão passar muito rápido, que não têm firmeza em si mesmos e que estão sem metas. A técnica judiciária, Rachel Bernardes, dá a sua opinião sobre isso. "Considero que a paciência para atingir seu objetivo e a confiança de que vai alcançá-lo, ainda que demore, são essenciais. O concursando tem que ter uma meta de vida, não um sonho. Ele precisa ter organização e se esforçar. Quando é uma meta, você percorre o caminho necessário. O sonho, na minha opinião, fica mais no campo das ideias", acredita.

Se você quer seguir o caminho do servidor público, trace uma meta, acerte o foco e se debruce sobre os livros. Boa sorte!

Disponível em: http://br.financas.yahoo.com/noticias/por-que-vale-pena-prestar-um-concurso-p-132000283--finance.html, acessado em 06 de fevereiro de 2013.

COLÉGIO DOCTUS - 8ª Série A/9º Ano A


Tema: a nova ordem mundial após o fim do governo de Napoleão Bonaparte.
Valor: 0 a 5,0 pontos.
Entrega: 20 de fevereiro de 2013.
Metodologia: trabalho impresso conforme a metodologia indicada.

1 - Napoleão Bonaparte (1769-1821) colocou um fim a Revolução Francesa ao concretizar as aspirações que levaram os revolucionários, tanto girondinos como jacobinos, com apoio dos sans-culottes, a derrubar o Antigo Regime.
Por esse motivo, mesmo ele tendo atuado como um governante absolutista, inspirou e espalhou pela Europa os ideais republicanos, afinal:
A ( ) destituiu os monarcas absolutistas da Europa a fim de eliminar ameaças externas ao seu ao seu governo, uma vez que possuía apoio da população francesa devida as reformas sociais e jurídicas implementadas por ele.
B ( ) contribuiu para a consolidação da independência dos Estados Unidos da América, primeira nação moderna republicana que inspirou o processo de libertação das colônias da América Latina da dominação das metrópoles europeias.
C ( ) consolidou os ideais iluministas de igualdade jurídica e liberdade individual.
D ( ) apoiou e financiou movimentos republicanos nas nações absolutistas a fim de obter apoio político e comercial;
E ( ) foi alçado líder da França com apoio dos altos burgueses, os girondinos, cujo sistema republicano lhes favorecia em detrimento ao Antigo Regime.

Aponte e explique qual é a alternativa correta e justifique-a por meio de argumentos históricos.

2 – Mesmo após a derrota do imperador francês pela aliança formada entre as nações europeias absolutistas, os ideais republicanos consolidados por ele não pereceram, pelo contrário, se disseminaram pelo velho continente ao ponto de ruir lentamente o sistema do Antigo Regime. Explique por qual motivo isso ocorreu.

3 –  O Liberalismo é uma corrente política que se afirma tanto na Europa como na América do Norte a partir de meados dos século XVIII. Explique o  seu fundamento (base teórica, o que prega) a partir da sua visão de Estado e economia, e estabeleça uma relação entre ele e os ideais iluministas.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Colégio Doctus - Conteúdo da recuperação final!

ATENÇÃO
Conteúdo básico para a recuperação final na disciplina de história.

Além de ESTUDAR os tópicos abaixo, cada aluno deve apresentar um RESUMO de cada item DA SEGUINTE FORMA:

* digitado e impresso com a fonte ARIAL 12;
* MÁXIMO de 20 linhas em cada resumo;
* colocar no final de cada resumo a FONTE DE PESQUISA (bibliografia);
* caso a fonte de pesquisa seja um site, colocar o ENDEREÇO COMPLETO dele e a DATA DE ACESSO;
* colocar NOME COMPLETO, número de chamada e Série ou ano.


Observações:

* é a mesma metodologia cobrada durante o ano letivo, vocês podem encontrá-la nesse blog no ícone ao lado direito da tela do monitor;
* entregar NO DIA DA AVALIAÇÃO de recuperação;

EM CASO DE DÚVIDA, ENTRAR EM CONTATO COMIGO PELO BLOG OU FACEBOOK!


6º Ano A & B

- Objetos históricos: como eles nos ajudam a contar a história?

- A origem do ser humano: como ele vei da África até a América?

- Mesopotâmia: por qual motivo lá é o berço da civilização?

- A descoberta da agricultura e a divisão do trabalho.

- Egito Antigo: adoração aos mortos.

- Pérsia: as estruturas que fizeram dela o império mais longo da história.

- Hebreus: a primeira religião monoteísta, o cativeiro no Egito e na Babilônia.

- Grécia Antiga: origem do grego e as fases da história da Grécia.

- Atenas e Esparta: as diferenças na forma de organização e educação.

- Roma Antiga: organização social na monarquia.



6ª Série A & B

- O surgimento da Idade Média: do fim do Império Romano do Ocidente ao Sacro Império Romano Germânico do Ocidente.
(principais acontecimentos que contribuíram para a formação da Idade Média);

- Carlos Magno e a Reforma Carolíngia: as características culturais da Idade Média.

- Ressurgimento das cidades: como elas ressurgiram no período final da idade Média e sua influência para o Renascimento.

- Renascimento: a valorização do ser humano e o fortalecimento da burguesia.

- Grandes navegações: os motivos que fizeram Portugal ser o pioneiro nas navegações oceânicas.

- Reforma Protestante: o que foi, quem foram os três principais reformadores e as características das suas propostas.

- Monarquias nacionais: os fatores que levaram os reis a assumirem o poder, das cruzadas ao fortalecimento da burguesia.

- Colonização da América: as diferenças e semelhanças entre a forma de colonizar de portugueses e espanhóis.

- Política de colonização portuguesa: o que Portugal fez de organização administrativa no Brasil, da posse em 1500 até o Governo Geral?

- Invasão Holandesa: os fatores que contribuíram para o domínio holandês no nordeste brasileiro e da sua expulsão.


7ª Série A

- Navio negreiro: as condições de vida dos escravos africanos, da sua captura na África a venda nos portos brasileiros.

- Bandeirantes: sua importância no domínio do território brasileiro.

- Sociedade Mineradora: a vida difícil dos mineiros e como ela mudou a face colonia;

- Revolução inglesa: um lento processo, da Rainha Elizabeth I até a Revolução Gloriosa.

- Revolução Industrial e as mudanças sociais: de servo e senhor para uma nova realidade social, a do operário e patrão.

- Independência dos Estados Unidos da América: a criação de um governo secular.

- Revolução Francesa: os ideais burgueses que a impulsionaram e a consequência e influência política para uma nova forma de governo.

- Independência do Brasil: da vinda da família real a renuncia de Dom Pedro I em favor de seu filho.

- O processo abolicionista no Brasil: das revoltas, leis e manifestos no II Império até os fatores que levaram a Proclamação da república.


8ª Série A 

- Renascimento: como valorizou o ser humano e fortaleceu na burguesia.

- Reforma Protestante: o que foi, quem foram os três principais reformadores e as características das suas propostas.

- Revolução Industrial e as mudanças sociais: de servo e senhor para uma nova realidade social, a do operário e patrão.

- Revolução Francesa: os ideais burgueses que a impulsionaram.

- Napoleão Bonaparte: a consolidação da revolução Francesa por meio do Código Napoleônico.

- Unificação da Itália e da Alemanha e o Neocolonialismo: ingredientes para a I Guerra mundial.

- Governos totalitários: os fatores que contribuíram para o surgimentos de líderes totalitaristas com o apoio do povo.

- O que foi a Guerra fria: do Plano Marshal e CONECOM aos conflitos periféricos esportivos e corrida espacial. 



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Português se torna o vilão dos concursos públicos


Por Helio Silva/Paulo Milet | Rota dos Concursos/Eschola – 21/11/2012 17:11:00

Os erros gramaticais e de interpretação são responsáveis pela maioria das reprovações em concursos públicos. Parece bobagem, mas a fragilidade do conhecimento formal da língua portuguesa está prejudicando milhares de concurseiros. Na era da informação e da internet, saber se comunicar não é suficiente para vencer uma prova de português em um concurso público.

“A internet bagunçou totalmente! Não se observa mais a concordância verbal. Em uma frase, a pessoa é tratada como ‘tu’, mas o verbo é conjugado como se fosse ‘você’. Eu costumo dizer que o concurso não pode ser uma prova ‘auditiva’, o candidato não pode ‘ir pelo ouvido’, porque o mundo virtual destruiu a língua portuguesa!”

A avaliação é de uma apaixonada pela língua: a professora Beatriz Margarida Backes, a Bia, que trabalha há muitos anos na área de concursos. Somente no Curso Vigor, do qual é diretora, são 35 anos de atuação, em Porto Alegre. Ela também trabalhou em duas bancas examinadoras – a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS) e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) -, quando esteve do “outro lado” da história, na produção das provas.

Beatriz tem autoridade para falar do assunto, especialmente depois que os concursos públicos passam a dar ainda mais importância para a prova de português. Um exemplo é a seleção para o cargo de técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, ocorrida em setembro. A avaliação teve 70 questões objetivas, sendo 26 de português. A responsabilidade do candidato aumentou, já que as questões sobre a disciplina representaram 37% do total dos pontos e tem caráter eliminatório e classificatório. O aumento do peso da língua portuguesa nos concursos é uma tendência, conforme explica a professora: “atualmente muitos concursos tem colocado português como classificatório e eliminatório. Mas a importância dele vai muito além: se o concurso prevê questões de raciocínio lógico, é preciso ter um bom português para entender os enunciados. Na própria legislação, uma colocação pronominal ou uma vírgula deslocada podem mudar tudo”.

O professor Andresan Machado, que dá aulas no curso CETEC e trabalha na preparação para concursos públicos há dez anos, reforça a necessidade de o candidato atentar ao idioma: “o nível das provas está cada vez mais elevado. Dependendo da banca, o candidato precisa acertar de 80% a 90% das questões para estar entre os primeiros a serem nomeados. O mínimo não vale mais”, comenta.

O estudante Alexandre Kickhöfel, 38 anos, se prepara há um ano e meio para concursos públicos e reconhece a importância da disciplina: “português exige dedicação, mas, para mim, há outras matérias mais difíceis”, diz o concurseiro, que pensa que é a matemática que impõe maior dificuldade nas provas de concursos públicos. Já para a tecnóloga em fruticultura Bibiana Galarza, 24 anos, o português é a disciplina mais difícil. “A matemática é exata; no português, é preciso prestar atenção ao contexto”, diz. A estudante lembra que as provas exigem concentração do candidato, que deve analisar as palavras destacadas pela banca examinadora dentro do texto – “elas podem assumir diferentes funções, dependendo do contexto em que forem empregadas”. Para vencer as dificuldades com a disciplina, Bibiana relata que, além de frequentar aulas presenciais, procura outras abordagens assistindo vídeo aulas na internet.

De acordo com levantamento realizado nos dados do banco de questões e simulados online da empresa Rota dos Concursos, com mais de 500.000 questões, interpretação de texto e a morfologia são os tópicos mais exigidos pelas bancas examinadoras. Nas provas do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), 45,8% dos tópicos exigem interpretação dos textos, já nas avaliações da Escola da Administração Fazendária (Esaf), este assunto representa 28,3% dos itens.

Para garantir a vaga no serviço público, o professor Andresan Machado recomenda que o candidato faça um curso específico da matéria, além de realizar muitos exercícios.  O professor relata a procura crescente pelos cursos de resolução de questões, que são uma boa oportunidade para que o aluno exercite o conhecimento e também se familiarize com a linguagem das organizadoras, garantindo a compreensão dos enunciados das questões: “percebemos que muitas vezes o aluno sabe a matéria, mas não entende o enunciado”, alerta. A professora Beatriz concorda: “conhecer o mecanismo da banca é importantíssimo. O candidato que se habilitar a fazer uma prova e não fizer muito exercício pode ser comparado a alguém que pensa em correr, mas fica só na teoria, no pensamento”, completa. A professora destaca ainda que a postura correta do candidato é o preparo a longo prazo. “Hoje um módulo de seis meses em português, com aulas uma vez por semana, pode chegar a sete, oito meses, dependendo da necessidade do grupo. A resposta é muito positiva. No mínimo, os alunos levam uma nova noção da importância do português”, diz.

A professora reforça que o concurseiro não deve ter pressa e dá a sua dica para aqueles que almejam uma vaga no serviço público: “concurseiro tem que ter escolha, firmeza, persistência e humildade. Esse é o caminho para chegar lá!”

Disponível em: http://br.educacao.yahoo.net/conteudo.aspx?titulo=Portugu%C3%AAs+se+torna+o+vil%C3%A3o+dos+concursos+p%C3%BAblicos, acessado em 22 de novembro de 2012.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Marinha abre vagas para praticante de prático, com salários de até 130 mil

Por Redação Eschola.com | Eschola.com – 07/11/2012 18:09:00


Diretoria de Portos e Costas da Marinha abriu as inscrições do processo seletivo para 206 vagas de praticante de prático.

Esse profissional é um aquaviário e se habilita como prático se concluir o programa de treinamento denominado de Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração de 12 a 20 meses, e se for aprovado no Exame de Habilitação específico para a profissão.

O praticante de prático e o prático não são militares ou servidores/empregados públicos, o prático trabalha na iniciativa privada e sua remuneração é dependente basicamente dos serviços prestados as empresas de navegação. O prático é responsável por realizar as manobras nos navios até o cais nos portos brasileiros. A remuneração é variável, pode chegar a R$ 130 mil mensais, dependendo do movimento do porto.

No porto de Santos, por exemplo, um profissional cobra até US$ 8 mil por manobra.

Os candidatos a serem praticantes de prático podem ser de ambos os sexos, com idade mínima de 18 anos até 3 de outubro de 2013; possuir curso de graduação concluído até 28 de agosto de 2013; ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4, prático ou praticante de prático até 28 de agosto de 2013 ou pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestre-amador, até a data de encerramento das inscrições (26 de novembro de 2012), inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas "Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC).

As vagas são para as Zonas de Praticagem de Itacoatiara (AM), Tabatinga (AM), Belém (PA), Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências (PA), Itaqui, Alumar e Ponta da Madeira (MA), Fortaleza e Pecém (CE), Areia Branca (RN), Natal (RN), Cabedelo (PB), Recife e Suape (PE), Maceió e Terminal Químico (AL), Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (SE), Salvador, Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos (BA), Ilhéus (BA), Vitória, Tubarão, Praia Mole, Barra do Riacho e Ubu (ES), Rio de Janeiro, Niterói, Sepetiba, Ilha Guaíba, Ilha Grande (Tebig), Angra dos Reis, Forno, Açu, Barra do Furado e Macaé (RJ), Santos, Baixada Santista, São Sebastião e Tebar (SP), Paranaguá e Antonina (PR), São Francisco do Sul (SC), Rio Grande (RS), Lagoa dos Patos, Rios, Portos e Terminais Interiores (RS), Itajaí e Navegantes (SC) e Imbituba (SC).

O processo seletivo é constituído de prova escrita; apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física; prova de títulos; e prova prático-oral.

As inscrições serão realizadas, exclusivamente, no site www.dpc.mar.mil.br, no link "Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático/2012", de 7 a 26 de novembro. O taxa de inscrição é de R$ 250.

A aplicação da prova escrita será no dia 5 de janeiro de 2013, das 10h30 às 14h30, na cidade do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Estatal ligada ao BB abre concurso para mais de 4.800 vagas


A Cobra Tecnologia, empresa do Banco do Brasil, publicou hoje edital de concurso público que prevê 4.807 oportunidades para cargos de níveis médio, técnico e superior. Das vagas previstas, 11 são para início imediato e 4.796 para formação de cadastro de reserva. Há chances para todos os estados e para o Distrito Federal.

Candidatos de nível médio podem concorrer ao cargo de técnico administrativo, com salário inicial de R$ 1.235,95. O cargo de técnico de operações exige nível médio ou médio/técnico e a remuneração inicial é de R$ 1.460,67. Para graduados, as chances são para os cargos de analista administrativo e analista de operações, com ganhos iniciais R$ 2.471,90 e R$ 3.213,46, respectivamente. Os candidatos aos cargos de analista devem possuir disponibilidade para viagens. A carga horária de trabalho para todos os cargos é de 44 horas semanais.

A seleção será composta por uma prova objetiva com questões sobre Língua Portuguesa, Matemática, Noções de Informática e Língua Inglesa, além de conhecimentos específicos. Haverá ainda duas etapas eliminatórias: entrega de documentos para verificação e exame médico ? pré-admissional. A data provável para aplicação da prova é 20 de janeiro de 2013. Os contratos serão regidos pelo regime celetista. Os aprovados serão contratados ao longo do prazo de validade do concurso, que é de um ano, prorrogável por igual período.

As inscrições para o concurso podem ser feitas a partir da próxima segunda-feira, 5 de novembro, pelo site da organizadora do concurso. O prazo final para a inscrição é dia 4 de dezembro. O valor da taxa de inscrição varia entre R$ 20 e R$ 59.

domingo, 4 de novembro de 2012

Por que fazer uma carta de apresentação?


Por Fabíola Lago, editora do blog do Monster Brasil

Se você já fez seu currículo, estabeleceu suas experiências mais importantes, suas qualificações, especificou a sua área de atuação, é importante fazer sua carta de apresentação. A diferença entre uma carta de apresentação e um resumo da sua carreira, o seu currículo, é a possibilidade de explorar uma linguagem muito mais pessoal, mais vendedora, onde você mostra sua capacidade de articulação e justifica porque se considera apto a ocupar a vaga em questão. É a oportunidade para o seu marketing pessoal. Enquanto currículos devem ser objetivos e factuais, cartas pedem um texto mais ritmado, que expresse um pouco mais de você.

Não existe um procedimento padrão em relação à obrigatoriedade das cartas. Algumas empresas consideram imprescindíveis, outras só lêem depois de conferir os dados do CV, outras, acreditem, jogam fora. Nem sempre essas regras são claras. É bom pesquisar junto ao RH, ao anúncio da vaga. No entanto, trata-se de um exercício excelente para mostrar que você é capacitado, conhece o segmento onde pleiteia trabalhar, pode agregar valor à vaga em aberto.

Se você conhece ou foi indicado ao responsável pela vaga, que pode ser o diretor de RH ou o diretor da área que pretende trabalhar é de bom tom colocar o nome da Pessoa, cargo e da empresa. Assim:

Sr. Antonio Dias
Diretor de TI
San Peter Technologies

Assunto: Vaga para gerente de TI.

Ao longo da carta demonstre que suas aptidões estão sintonizadas com as necessidades da empresa para aquele cargo. Mostre que você conhece a posição da companhia no mercado e que você tem conhecimento no segmento, com dados de crescimento, metas possíveis, cenários econômicos favoráveis.

Não se auto elogie, nem seja modesto demais. Faça uma referência em algum momento ao leitor que ele poderá comprovar a sua experiência no seu currículo em anexo. Nunca cite nada de negativo ou que você não tem a experiência pedida – se for o caso. Mas ressalte que você tem capacidade de aprender e adaptar-se rapidamente às novas circunstâncias.

O Monster tem oito regras preciosas para você desenvolver o texto de sua carta. Confira:

1. Tenha um objetivo claro: “Os candidatos devem se perguntar, antes de tudo, por que estão escrevendo para o recrutador”, afirma Anderson. “Você está respondendo a um anúncio? Apresentando-se? Ou simplesmente enviando uma carta genérica para o maior número possível de pessoas, o que nunca será muito eficaz?”

2. Seja breve: “A concisão é extremamente importante em qualquer carta de apresentação enviada a um recrutador”, explica Anderson, que prefere aquelas que têm meia página ou menos.

3. Tenha foco: Ao responder a uma vaga anunciada, sua carta de apresentação deve se concentrar em uma oportunidade específica. Muitos candidatos, ao redigirem uma carta de apresentação não solicitada ou relacionada a uma indicação, são vagos demais sobre seus objetivos de emprego. “Não tente ser tudo para todos em sua carta de apresentação”, Anderson aconselha. “Como recrutador, procuro especialistas que tenham certos conjuntos de conhecimentos, não generalistas.”

4. Defina metas realistas: Não use a carta de apresentação para obter um cargo muito acima do seu nível atual. “Os recrutadores só podem encaixar pessoas em cargos que estão na próxima etapa lógica”, explica Anderson.

5. Enfatize seus principais pontos: “Gosto de ver cartas de apresentação que sintetizam as principais qualificações de um candidato”, diz Oates. “Seja uma alta média escolar, um conjunto único de habilidades ou um histórico de extraordinário progresso profissional, coloque tudo isso no papel.”

6. Explique os períodos de desemprego e as lacunas em seu histórico profissional: Candidatos bem qualificados em todos os outros aspectos, mas que não fornecem boas razões para um período de desemprego ou uma lacuna em seu histórico profissional correm um grande risco de serem eliminados.

7. Nunca exagere suas qualificações: Oates aconselha aos candidatos que evitem exagerar suas qualificações para serem vistos como perfeitamente adequados a uma vaga anunciada. “Sua carta de apresentação, assim como o seu currículo, deve ser completamente verídica e precisa”, adverte Oates. “Nunca falsifique ou exagere o seu histórico pessoal.”

8. Sigas as regras da redação comercial: “Gosto de ver coerência, fluidez e precisão”, diz Anderson. “Evite usar uma linguagem rebuscada e descrições genéricas, não adicione detalhes pessoais, como o seu estado civil, não se esqueça de incluir suas informações de contato e, obviamente, lembre-se de fazer uma revisão ortográfica.” Consulte obras de referência sobre redação comercial para obter orientação adequada.

Desejamos boa sorte!

Equipe Monster Brasil